
O primeiro-ministro Donald Tusk afirmou a jornalistas, após reunião do gabinete em 3 de março de 2026, que a Polônia está “logisticamente preparada” para evacuar seus cidadãos do Oriente Médio caso a situação de segurança na região se deteriore ainda mais. Aeronaves do governo foram reservadas exclusivamente para possíveis voos de resgate, e células de coordenação estão em contato com parceiros da UE para operações de extração envolvendo vários países. Segundo Tusk, mais de 480 turistas poloneses já deixaram Israel, Jordânia e Líbano com o apoio de operadores turísticos e equipes das embaixadas. Cerca de 14 mil cidadãos poloneses permanecem nos Emirados Árabes Unidos — de longe a maior comunidade polonesa no Golfo — e algumas centenas estão espalhadas pela Tailândia e Vietnã, após itinerários de longa distância serem interrompidos pelo fechamento de hubs de trânsito como Dubai.
O primeiro-ministro ressaltou que qualquer operação aérea em grande escala exigirá “um destino de pouso viável e um grupo claramente identificado de passageiros no aeroporto certo, no momento certo”. Ele recomendou que os viajantes registrem suas viagens pelo sistema Odyseusz e sigam os alertas de Nível 3 contra viagens não essenciais a sete países do Golfo, emitidos um dia antes pelo ministério das Relações Exteriores. Para gestores de mobilidade global, os acontecimentos reforçam a necessidade de monitoramento em tempo real dos viajantes e pontos de encontro pré-estabelecidos. As empresas devem garantir que os perfis dos funcionários nos sistemas de RH incluam contatos de familiares próximos e cópias de passaportes para agilizar o processamento consular caso uma ordem de evacuação seja emitida. Embora as autoridades tenham reiterado que “atualmente não há ameaça direta” aos poloneses que permanecem nos Emirados Árabes Unidos, seguradoras começaram a aplicar prêmios de risco de guerra em apólices que cobrem Bahrein, Catar e Arábia Saudita — custos que provavelmente impactarão os orçamentos de viagens corporativas.
O primeiro-ministro ressaltou que qualquer operação aérea em grande escala exigirá “um destino de pouso viável e um grupo claramente identificado de passageiros no aeroporto certo, no momento certo”. Ele recomendou que os viajantes registrem suas viagens pelo sistema Odyseusz e sigam os alertas de Nível 3 contra viagens não essenciais a sete países do Golfo, emitidos um dia antes pelo ministério das Relações Exteriores. Para gestores de mobilidade global, os acontecimentos reforçam a necessidade de monitoramento em tempo real dos viajantes e pontos de encontro pré-estabelecidos. As empresas devem garantir que os perfis dos funcionários nos sistemas de RH incluam contatos de familiares próximos e cópias de passaportes para agilizar o processamento consular caso uma ordem de evacuação seja emitida. Embora as autoridades tenham reiterado que “atualmente não há ameaça direta” aos poloneses que permanecem nos Emirados Árabes Unidos, seguradoras começaram a aplicar prêmios de risco de guerra em apólices que cobrem Bahrein, Catar e Arábia Saudita — custos que provavelmente impactarão os orçamentos de viagens corporativas.
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