
O Departamento de Estado dos EUA atualizou, em 7 de março, as mensagens de segurança para americanos em sete países do Oriente Médio, refletindo os riscos em rápida mudança após os contínuos ataques dos EUA e de Israel ao Irã e as retaliações de grupos apoiados pelo Irã. As embaixadas em Israel, Catar, Irã, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Líbano e Bahrein emitiram alertas distintos, que vão desde orientações para permanecer em local seguro até avisos sobre possíveis ataques direcionados a cidadãos americanos.
Em Israel, a Embaixada em Jerusalém anunciou que voos comerciais limitados de saída podem ser retomados em 8 de março, mas a suspensão dos serviços consulares rotineiros foi estendida até 13 de março. O alerta de Doha foi mais severo, citando informações de inteligência de que “proxies iranianos podem visar especificamente americanos”; os serviços consulares lá estão fechados. O aviso de Teerã alertou que o governo pode bloquear partidas, levantando o temor de cenários de proibição de saída, como os vistos em 2019.
Para empregadores multinacionais com equipes na região, os avisos fragmentados complicam o planejamento de evacuação e o cumprimento do dever de cuidado. Empresas especializadas em riscos de viagem recomendam inscrição imediata no Programa de Registro de Viajantes Inteligentes (STEP), dobrar os limites de cobertura para evacuação médica e organizar rotas alternativas por meio dos hubs recentemente reabertos em Amã e Beirute, que têm restrições mais leves.
As companhias aéreas que atendem ao mercado corporativo dos EUA estão reagindo de forma desigual: a Emirates retomou partidas limitadas de Dubai, enquanto a Qatar Airways cancelou a maioria das conexões com os EUA até 10 de março. Seguradoras já estão reajustando os prêmios de risco de guerra para voos que cruzam o espaço aéreo iraniano e do Golfo, custos que podem impactar os orçamentos de viagens corporativas nas próximas semanas.
O Departamento de Estado reforçou que seu sistema de alertas por país (“Não Viaje”, “Reconsidere a Viagem”, etc.) pode estar defasado em relação aos alertas em tempo real das embaixadas e recomendou que as organizações monitorem ambos os canais. Ignorar esses avisos pode expor as empresas a processos por negligência, conforme os padrões emergentes de dever de cuidado na mobilidade global.
Em Israel, a Embaixada em Jerusalém anunciou que voos comerciais limitados de saída podem ser retomados em 8 de março, mas a suspensão dos serviços consulares rotineiros foi estendida até 13 de março. O alerta de Doha foi mais severo, citando informações de inteligência de que “proxies iranianos podem visar especificamente americanos”; os serviços consulares lá estão fechados. O aviso de Teerã alertou que o governo pode bloquear partidas, levantando o temor de cenários de proibição de saída, como os vistos em 2019.
Para empregadores multinacionais com equipes na região, os avisos fragmentados complicam o planejamento de evacuação e o cumprimento do dever de cuidado. Empresas especializadas em riscos de viagem recomendam inscrição imediata no Programa de Registro de Viajantes Inteligentes (STEP), dobrar os limites de cobertura para evacuação médica e organizar rotas alternativas por meio dos hubs recentemente reabertos em Amã e Beirute, que têm restrições mais leves.
As companhias aéreas que atendem ao mercado corporativo dos EUA estão reagindo de forma desigual: a Emirates retomou partidas limitadas de Dubai, enquanto a Qatar Airways cancelou a maioria das conexões com os EUA até 10 de março. Seguradoras já estão reajustando os prêmios de risco de guerra para voos que cruzam o espaço aéreo iraniano e do Golfo, custos que podem impactar os orçamentos de viagens corporativas nas próximas semanas.
O Departamento de Estado reforçou que seu sistema de alertas por país (“Não Viaje”, “Reconsidere a Viagem”, etc.) pode estar defasado em relação aos alertas em tempo real das embaixadas e recomendou que as organizações monitorem ambos os canais. Ignorar esses avisos pode expor as empresas a processos por negligência, conforme os padrões emergentes de dever de cuidado na mobilidade global.
Fonte: Travel Off Path
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