
Em uma expressão colorida na coletiva de imprensa do NPC em 8 de março, o Ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, incentivou as empresas europeias a "saírem do sótão do protecionismo e entrarem no ginásio do mercado chinês". A declaração, divulgada pelo Global Times, também funcionou como um convite para a recente flexibilização das formalidades de entrada para cidadãos da UE em Pequim.
Autoridades confirmaram que, desde novembro do ano passado, cinco países membros da UE — França, Alemanha, Itália, Holanda e Espanha — desfrutam de acesso unilateral sem visto por 15 dias para negócios e turismo. Negociações estão em andamento para estender esse privilégio a mais seis países, incluindo Suécia e Dinamarca, até meados de 2026.
Câmaras europeias receberam a retórica com otimismo, mas afirmaram que avaliarão o sucesso pelo tempo de espera nos principais aeroportos e pela abrangência da aceitação de pagamentos digitais. “A isenção de visto é apenas o primeiro passo; nossos membros ainda reclamam da dificuldade em cadastrar seus cartões nas carteiras digitais locais”, disse Bettina Schoen-Behanzin, vice-presidente da Câmara de Comércio da UE na China.
Advogados especializados em comércio destacam que a facilitação da mobilidade dos funcionários apoia a tentativa paralela de Pequim de evitar que a UE endureça a fiscalização sobre controles de exportação. “Mobilidade empresarial e acesso ao mercado são duas faces da mesma moeda”, observou Joerg Wuttke, ex-presidente da Câmara da UE.
Caso mais países da UE obtenham isenção, o Ministério do Comércio estima que o comércio bilateral possa crescer em 20 bilhões de dólares já em 2027, principalmente devido à maior fluidez nas rotações de serviços pós-venda e auditorias de fornecedores.
Autoridades confirmaram que, desde novembro do ano passado, cinco países membros da UE — França, Alemanha, Itália, Holanda e Espanha — desfrutam de acesso unilateral sem visto por 15 dias para negócios e turismo. Negociações estão em andamento para estender esse privilégio a mais seis países, incluindo Suécia e Dinamarca, até meados de 2026.
Câmaras europeias receberam a retórica com otimismo, mas afirmaram que avaliarão o sucesso pelo tempo de espera nos principais aeroportos e pela abrangência da aceitação de pagamentos digitais. “A isenção de visto é apenas o primeiro passo; nossos membros ainda reclamam da dificuldade em cadastrar seus cartões nas carteiras digitais locais”, disse Bettina Schoen-Behanzin, vice-presidente da Câmara de Comércio da UE na China.
Advogados especializados em comércio destacam que a facilitação da mobilidade dos funcionários apoia a tentativa paralela de Pequim de evitar que a UE endureça a fiscalização sobre controles de exportação. “Mobilidade empresarial e acesso ao mercado são duas faces da mesma moeda”, observou Joerg Wuttke, ex-presidente da Câmara da UE.
Caso mais países da UE obtenham isenção, o Ministério do Comércio estima que o comércio bilateral possa crescer em 20 bilhões de dólares já em 2027, principalmente devido à maior fluidez nas rotações de serviços pós-venda e auditorias de fornecedores.
Fonte: Global Times