
O Ministério das Relações Exteriores da China (MRE) confirmou que seu programa unilateral de entrada sem visto por 30 dias — originalmente previsto para expirar nesta primavera — foi prorrogado até as 23h59 do dia 31 de dezembro de 2026. A medida, anunciada em 15 de abril, mantém a entrada simplificada para portadores de passaportes comuns de quase 50 países, incluindo Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Austrália, Nova Zelândia, Malásia e Coreia do Sul.
Pelo programa, viajantes elegíveis podem entrar na China continental para reuniões de negócios, turismo, visitas familiares, intercâmbios de curto prazo ou trânsito, sem a necessidade de solicitar visto previamente. A permanência é limitada a 30 dias corridos, sem possibilidade de extensão ou conversão dentro do país. O MRE alertou que permanências além do prazo acarretam multas de 500 RMB por dia e podem resultar em proibições de entrada de até cinco anos. Passaportes diplomáticos e de serviço continuam sujeitos às regras padrão de visto.
Representantes do setor de viagens de negócios afirmam que a prorrogação elimina um grande obstáculo que persistia desde que a China suspendeu os controles fronteiriços remanescentes da COVID no ano passado. Companhias aéreas e redes hoteleiras — especialmente nas regiões de Xangai, Pequim e da Grande Baía — esperam um aumento significativo no final da primavera, com empresas acelerando visitas técnicas adiadas e delegações para feiras comerciais.
De acordo com dados de reservas antecipadas da OAG, a capacidade de assentos dos dez principais países elegíveis do programa já cresceu 18% para o período de maio a junho, em comparação com o mesmo intervalo de 2025. É importante destacar que a política é unilateral: não concede acesso sem visto recíproco para cidadãos chineses.
Ainda assim, entidades do setor de turismo, como o Conselho Mundial de Viagens e Turismo, defendem que a entrada simplificada aumentará a competitividade da China para conferências e inspeções de cadeias de suprimentos, especialmente num momento em que outros centros asiáticos também estão flexibilizando suas exigências.
Empresas multinacionais estão sendo orientadas a revisar suas políticas internas de viagem para garantir que os funcionários compreendam o limite de 30 dias, as regras de registro de acomodação e a necessidade de apresentar passagens de saída ou retorno. Para gestores de mobilidade, a principal conclusão é que viagens rotineiras de curto prazo — para levantamento de projetos, resolução de problemas operacionais ou acompanhamento de instalações técnicas — podem ser realizadas com prazos muito menores.
As equipes de RH devem, no entanto, continuar monitorando a lista de nacionalidades contempladas; o MRE indicou que a lista pode ser ampliada caso o cumprimento das regras pelos visitantes permaneça elevado.
Pelo programa, viajantes elegíveis podem entrar na China continental para reuniões de negócios, turismo, visitas familiares, intercâmbios de curto prazo ou trânsito, sem a necessidade de solicitar visto previamente. A permanência é limitada a 30 dias corridos, sem possibilidade de extensão ou conversão dentro do país. O MRE alertou que permanências além do prazo acarretam multas de 500 RMB por dia e podem resultar em proibições de entrada de até cinco anos. Passaportes diplomáticos e de serviço continuam sujeitos às regras padrão de visto.
Representantes do setor de viagens de negócios afirmam que a prorrogação elimina um grande obstáculo que persistia desde que a China suspendeu os controles fronteiriços remanescentes da COVID no ano passado. Companhias aéreas e redes hoteleiras — especialmente nas regiões de Xangai, Pequim e da Grande Baía — esperam um aumento significativo no final da primavera, com empresas acelerando visitas técnicas adiadas e delegações para feiras comerciais.
De acordo com dados de reservas antecipadas da OAG, a capacidade de assentos dos dez principais países elegíveis do programa já cresceu 18% para o período de maio a junho, em comparação com o mesmo intervalo de 2025. É importante destacar que a política é unilateral: não concede acesso sem visto recíproco para cidadãos chineses.
Ainda assim, entidades do setor de turismo, como o Conselho Mundial de Viagens e Turismo, defendem que a entrada simplificada aumentará a competitividade da China para conferências e inspeções de cadeias de suprimentos, especialmente num momento em que outros centros asiáticos também estão flexibilizando suas exigências.
Empresas multinacionais estão sendo orientadas a revisar suas políticas internas de viagem para garantir que os funcionários compreendam o limite de 30 dias, as regras de registro de acomodação e a necessidade de apresentar passagens de saída ou retorno. Para gestores de mobilidade, a principal conclusão é que viagens rotineiras de curto prazo — para levantamento de projetos, resolução de problemas operacionais ou acompanhamento de instalações técnicas — podem ser realizadas com prazos muito menores.
As equipes de RH devem, no entanto, continuar monitorando a lista de nacionalidades contempladas; o MRE indicou que a lista pode ser ampliada caso o cumprimento das regras pelos visitantes permaneça elevado.
Fonte: Outbound Visa blog
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