
Na coletiva de imprensa regular do Ministério das Relações Exteriores, realizada em 23 de abril (quinta-feira), o porta-voz Guo Jiakun revelou que quase 1,9 milhão de estrangeiros entraram na China sem visto entre janeiro e março de 2026 — um aumento de “quase 30%” em comparação com o mesmo período do ano passado. Esse salto é a primeira leitura trimestral que reflete plenamente o impacto da decisão de Pequim, tomada em fevereiro, de estender até 31 de dezembro de 2026 o programa unilateral de isenção de visto por 30 dias para cidadãos de 50 países — incluindo, agora, Canadá e Reino Unido.
As autoridades atribuem esse crescimento a três fatores. Primeiro, a lista ampliada de isenção agora cobre a maior parte do G7 e da União Europeia, reduzindo significativamente a burocracia para viajantes de negócios, investidores e turistas. Segundo, as companhias aéreas restabeleceram mais de 80% da capacidade internacional de assentos pré-pandemia, facilitando a obtenção de voos diretos para hubs de primeira linha como Pequim, Xangai e Guangzhou. Terceiro, o serviço eletrônico de cartão de chegada da Administração Nacional de Imigração (NIA), lançado em todo o país em novembro passado, reduziu em 40% o tempo médio de liberação na fronteira para estrangeiros, segundo dados de teste da NIA.
Esse aumento já está impactando os orçamentos de viagens corporativas. O grupo hoteleiro Huazhu informou aos analistas que suas marcas premium registraram um crescimento de 22% no número de hóspedes estrangeiros em março, na comparação anual, enquanto a plataforma de transporte por aplicativo DiDi reportou um aumento de 35% nas corridas de aeroporto vinculadas a cartões de crédito emitidos no exterior. Consultorias afirmam que multinacionais que suspenderam visitas à China durante a pandemia estão retomando auditorias de locais, inspeções de fornecedores e reuniões de diretoria, impulsionando a demanda por vistos executivos de última hora — que não são mais necessários sob a política de isenção.
Os formuladores de políticas veem essa tendência como um sinal de confiança na economia em geral. “Uma China vibrante e conectada é boa para o crescimento global, e recebemos de braços abertos mais amigos internacionais para aproveitarem novas oportunidades aqui”, afirmou Guo. No entanto, ele ressaltou que os visitantes isentos de visto ainda devem registrar sua acomodação em até 24 horas e cumprir as leis chinesas; os infratores estão sujeitos a multas ou detenção. Por isso, gestores de viagens devem atualizar as orientações aos funcionários sobre conformidade local, regras de segurança de dados e sensibilidades relacionadas ao controle de exportações.
Para o futuro, fontes próximas à NIA informam que os oficiais estudam um segundo pacote que pode estender a estadia sem visto para 60 dias para investidores qualificados, além de incluir Austrália e Nova Zelândia na lista de isenção antes do final de 2026. Empresas com programas de mobilidade para a China devem acompanhar essas discussões e ajustar seus processos de aprovação de viagens para aproveitar as vantagens de custo e agilidade da entrada sem visto.
As autoridades atribuem esse crescimento a três fatores. Primeiro, a lista ampliada de isenção agora cobre a maior parte do G7 e da União Europeia, reduzindo significativamente a burocracia para viajantes de negócios, investidores e turistas. Segundo, as companhias aéreas restabeleceram mais de 80% da capacidade internacional de assentos pré-pandemia, facilitando a obtenção de voos diretos para hubs de primeira linha como Pequim, Xangai e Guangzhou. Terceiro, o serviço eletrônico de cartão de chegada da Administração Nacional de Imigração (NIA), lançado em todo o país em novembro passado, reduziu em 40% o tempo médio de liberação na fronteira para estrangeiros, segundo dados de teste da NIA.
Esse aumento já está impactando os orçamentos de viagens corporativas. O grupo hoteleiro Huazhu informou aos analistas que suas marcas premium registraram um crescimento de 22% no número de hóspedes estrangeiros em março, na comparação anual, enquanto a plataforma de transporte por aplicativo DiDi reportou um aumento de 35% nas corridas de aeroporto vinculadas a cartões de crédito emitidos no exterior. Consultorias afirmam que multinacionais que suspenderam visitas à China durante a pandemia estão retomando auditorias de locais, inspeções de fornecedores e reuniões de diretoria, impulsionando a demanda por vistos executivos de última hora — que não são mais necessários sob a política de isenção.
Os formuladores de políticas veem essa tendência como um sinal de confiança na economia em geral. “Uma China vibrante e conectada é boa para o crescimento global, e recebemos de braços abertos mais amigos internacionais para aproveitarem novas oportunidades aqui”, afirmou Guo. No entanto, ele ressaltou que os visitantes isentos de visto ainda devem registrar sua acomodação em até 24 horas e cumprir as leis chinesas; os infratores estão sujeitos a multas ou detenção. Por isso, gestores de viagens devem atualizar as orientações aos funcionários sobre conformidade local, regras de segurança de dados e sensibilidades relacionadas ao controle de exportações.
Para o futuro, fontes próximas à NIA informam que os oficiais estudam um segundo pacote que pode estender a estadia sem visto para 60 dias para investidores qualificados, além de incluir Austrália e Nova Zelândia na lista de isenção antes do final de 2026. Empresas com programas de mobilidade para a China devem acompanhar essas discussões e ajustar seus processos de aprovação de viagens para aproveitar as vantagens de custo e agilidade da entrada sem visto.
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para China.Mais de China
Ver tudo
China Registra Aumento de 30% em Chegadas Sem Visto e Indica Ampliação da Abertura para Viajantes de Negócios
China lança Permissão Eletrônica para Área de Gestão de Fronteiras, acabando com os passes em papel