
A comissão de assuntos internos do Parlamento aprovou em 7 de maio de 2026 uma emenda à Lei de Asilo da Áustria que designa a Volksanwaltschaft (Conselho Austríaco do Provedor de Justiça) como órgão independente responsável por supervisionar o respeito aos direitos fundamentais durante as audiências aceleradas de asilo nas fronteiras. A medida é um passo fundamental no esforço de Viena para implementar o Pacto da UE sobre Migração e Asilo antes do prazo de 15 de junho.
Segundo as novas regras, a maioria dos requerentes de asilo interceptados em aeroportos ou nas fronteiras terrestres, considerados “manifestamente infundados”, terá seus pedidos processados em até 12 dias em zonas de trânsito dedicadas. Observadores do Provedor de Justiça terão acesso irrestrito às entrevistas, salas de detenção e arquivos dos casos, podendo emitir diretrizes juridicamente vinculativas caso identifiquem violações, como falta de assistência jurídica ou cuidados médicos inadequados.
ONGs de direitos humanos receberam bem a supervisão, mas alertaram que a equipe de 45 pessoas do conselho precisará de especialistas adicionais em idiomas e informações sobre países de origem para lidar com a expectativa de 7.000 casos acelerados por ano. O Ministério do Interior afirma que um reforço orçamentário de €4 milhões e uma lista de intérpretes freelancers cobrirão essa demanda.
Para empregadores que patrocinam transferidos ou designados de regiões de alto risco, a mudança traz mais previsibilidade: decisões negativas nas fronteiras terão revisão rápida, porém transparente, reduzindo a insegurança jurídica. Transportadoras que levarem passageiros inadmissíveis continuam sujeitas à multa de €3.000 por pessoa e devem providenciar voos de retorno imediatos caso a entrada seja negada.
O projeto de lei segue agora para votação final no Conselho Nacional na próxima semana. Bruxelas indicou que uma fiscalização independente rigorosa é condição para a manutenção dos controles temporários internos nas fronteiras do espaço Schengen, conferindo maior urgência à aprovação da medida.
Segundo as novas regras, a maioria dos requerentes de asilo interceptados em aeroportos ou nas fronteiras terrestres, considerados “manifestamente infundados”, terá seus pedidos processados em até 12 dias em zonas de trânsito dedicadas. Observadores do Provedor de Justiça terão acesso irrestrito às entrevistas, salas de detenção e arquivos dos casos, podendo emitir diretrizes juridicamente vinculativas caso identifiquem violações, como falta de assistência jurídica ou cuidados médicos inadequados.
ONGs de direitos humanos receberam bem a supervisão, mas alertaram que a equipe de 45 pessoas do conselho precisará de especialistas adicionais em idiomas e informações sobre países de origem para lidar com a expectativa de 7.000 casos acelerados por ano. O Ministério do Interior afirma que um reforço orçamentário de €4 milhões e uma lista de intérpretes freelancers cobrirão essa demanda.
Para empregadores que patrocinam transferidos ou designados de regiões de alto risco, a mudança traz mais previsibilidade: decisões negativas nas fronteiras terão revisão rápida, porém transparente, reduzindo a insegurança jurídica. Transportadoras que levarem passageiros inadmissíveis continuam sujeitas à multa de €3.000 por pessoa e devem providenciar voos de retorno imediatos caso a entrada seja negada.
O projeto de lei segue agora para votação final no Conselho Nacional na próxima semana. Bruxelas indicou que uma fiscalização independente rigorosa é condição para a manutenção dos controles temporários internos nas fronteiras do espaço Schengen, conferindo maior urgência à aprovação da medida.
Fonte: Austria Press Agency (OTS)
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