
Viajantes que chegaram ao principal ponto de entrada do Brasil enfrentaram uma presença policial incomum na noite de 8 de maio de 2026, quando autoridades estaduais e municipais lançaram uma operação conjunta para coibir serviços não autorizados de transporte de passageiros fora do Terminal 2 do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (GRU). A ação ocorre após uma série de confrontos entre taxistas licenciados e os chamados “arrastadores” – cambistas freelancers que abordam passageiros de forma agressiva, frequentemente cobrando valores abusivos ou aplicando golpes em visitantes que desconhecem as regras locais.
De acordo com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, mais de 70 policiais, apoiados por investigadores à paisana e fiscais do Departamento de Transportes de Guarulhos, montaram pontos de fiscalização nas vias de acesso e nos halls de desembarque. Até a meia-noite, foram emitidas 46 autuações por transporte irregular de passageiros, 18 veículos sem seguro para transporte comercial foram apreendidos, e dois suspeitos ligados a uma quadrilha que utiliza contas clonadas de aplicativos de transporte para enganar viajantes foram detidos.
A operadora do aeroporto, GRU Airport SA, afirmou que os serviços legítimos de táxi e aplicativos continuam funcionando normalmente, mas recomendou que os passageiros reservem corridas apenas nos quiosques oficiais ou por meio de aplicativos reconhecidos, ignorando ofertas não solicitadas. A empresa aumentou a sinalização em inglês, espanhol e mandarim – uma medida oportuna diante da nova política de isenção de visto para visitantes chineses que entra em vigor na próxima semana – e está colaborando com as companhias aéreas para transmitir mensagens de segurança nos voos de chegada.
Para gestores de mobilidade corporativa, o episódio reforça a importância de orientações sobre transporte terrestre nos programas de duty of care. Multinacionais devem atualizar as instruções de chegada, enfatizar o uso de pontos de embarque autorizados e considerar serviços de carro pré-agendados para VIPs. A polícia informou que as fiscalizações aleatórias continuarão nas próximas duas semanas, coincidindo com o pico de viagens após o Dia do Trabalho.
Embora a operação tenha causado pequenos atrasos no embarque e desembarque, nenhum voo foi afetado. As autoridades esperam que a fiscalização visível desestimule novos conflitos entre operadores legais e ilegais e recupere a confiança dos viajantes a negócios e lazer que passam pelo segundo aeroporto mais movimentado da América Latina.
De acordo com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, mais de 70 policiais, apoiados por investigadores à paisana e fiscais do Departamento de Transportes de Guarulhos, montaram pontos de fiscalização nas vias de acesso e nos halls de desembarque. Até a meia-noite, foram emitidas 46 autuações por transporte irregular de passageiros, 18 veículos sem seguro para transporte comercial foram apreendidos, e dois suspeitos ligados a uma quadrilha que utiliza contas clonadas de aplicativos de transporte para enganar viajantes foram detidos.
A operadora do aeroporto, GRU Airport SA, afirmou que os serviços legítimos de táxi e aplicativos continuam funcionando normalmente, mas recomendou que os passageiros reservem corridas apenas nos quiosques oficiais ou por meio de aplicativos reconhecidos, ignorando ofertas não solicitadas. A empresa aumentou a sinalização em inglês, espanhol e mandarim – uma medida oportuna diante da nova política de isenção de visto para visitantes chineses que entra em vigor na próxima semana – e está colaborando com as companhias aéreas para transmitir mensagens de segurança nos voos de chegada.
Para gestores de mobilidade corporativa, o episódio reforça a importância de orientações sobre transporte terrestre nos programas de duty of care. Multinacionais devem atualizar as instruções de chegada, enfatizar o uso de pontos de embarque autorizados e considerar serviços de carro pré-agendados para VIPs. A polícia informou que as fiscalizações aleatórias continuarão nas próximas duas semanas, coincidindo com o pico de viagens após o Dia do Trabalho.
Embora a operação tenha causado pequenos atrasos no embarque e desembarque, nenhum voo foi afetado. As autoridades esperam que a fiscalização visível desestimule novos conflitos entre operadores legais e ilegais e recupere a confiança dos viajantes a negócios e lazer que passam pelo segundo aeroporto mais movimentado da América Latina.
Fonte: Interativa SM