
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou os resultados da primeira fase da Operação Fronteira — uma blitz terrestre de oito dias realizada entre 10 e 15 de maio em 11 estados de fronteira. A ação apreendeu US$ 260 mil em moeda não declarada, quatro quilos de ouro, mais de oito toneladas de maconha e diversas armas de fogo, além de desmantelar um garimpo ilegal em território indígena. O relatório foi publicado em 19 de maio, com detalhamento por estado para Santa Catarina, Rondônia e Rio Grande do Sul.
Os comandantes da PRF informaram que a operação utilizou dados de análise de risco para focar em corredores logísticos preferidos por grupos criminosos transnacionais que transportam drogas e contrabando para o interior do Brasil. Os pontos de fiscalização concentraram-se nas rodovias BR-282 e BR-101, no Sul, e na BR-174, próxima à tríplice fronteira com Venezuela e Guiana.
Somente em Santa Catarina, dez suspeitos foram presos, enquanto ações no Amazonas resultaram na apreensão de barras de ouro avaliadas em R$ 3 milhões, escondidas em calçados. O sucesso da primeira fase levou o Ministério da Justiça a programar uma segunda etapa para agosto, com foco na tríplice fronteira Paraguai-Argentina-Brasil, em Foz do Iguaçu, onde está previsto um posto piloto de controle aduaneiro e migratório integrado.
Para empresas multinacionais de logística, o aumento da fiscalização implica em maiores tempos de trânsito e maior probabilidade de inspeção de cargas; companhias que transportam mercadorias com prazo devem considerar dias extras e garantir que os motoristas tenham toda a documentação em dia.
A intensificação das ações também impacta a mobilidade de pessoas. Ônibus de longa distância e veículos particulares que entram do exterior passaram por checagens para identificar migrantes irregulares. Empregadores que realocam funcionários por via terrestre devem verificar se os dependentes possuem passaportes originais e carimbos de entrada no Brasil, já que a triagem secundária aumentou.
Os comandantes da PRF informaram que a operação utilizou dados de análise de risco para focar em corredores logísticos preferidos por grupos criminosos transnacionais que transportam drogas e contrabando para o interior do Brasil. Os pontos de fiscalização concentraram-se nas rodovias BR-282 e BR-101, no Sul, e na BR-174, próxima à tríplice fronteira com Venezuela e Guiana.
Somente em Santa Catarina, dez suspeitos foram presos, enquanto ações no Amazonas resultaram na apreensão de barras de ouro avaliadas em R$ 3 milhões, escondidas em calçados. O sucesso da primeira fase levou o Ministério da Justiça a programar uma segunda etapa para agosto, com foco na tríplice fronteira Paraguai-Argentina-Brasil, em Foz do Iguaçu, onde está previsto um posto piloto de controle aduaneiro e migratório integrado.
Para empresas multinacionais de logística, o aumento da fiscalização implica em maiores tempos de trânsito e maior probabilidade de inspeção de cargas; companhias que transportam mercadorias com prazo devem considerar dias extras e garantir que os motoristas tenham toda a documentação em dia.
A intensificação das ações também impacta a mobilidade de pessoas. Ônibus de longa distância e veículos particulares que entram do exterior passaram por checagens para identificar migrantes irregulares. Empregadores que realocam funcionários por via terrestre devem verificar se os dependentes possuem passaportes originais e carimbos de entrada no Brasil, já que a triagem secundária aumentou.
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