
O CERN divulgou orientações detalhadas sobre mobilidade para funcionários e visitantes que participarão de eventos em seu campus de Meyrin durante a cúpula do G7, de 12 a 18 de junho, alertando para “interrupções significativas” nas passagens fronteiriças entre França e Suíça. A partir de 11 de junho, o Cantão de Genebra começou a fechar postos menores e implementou filas para veículos no trecho da rodovia A1, com faixas prioritárias disponíveis apenas para portadores de passes especiais “macaron”. Acadêmicos, diplomatas e observadores corporativos do Reino Unido que viajam para eventos paralelos à cúpula devem planejar tempo extra de deslocamento e portar passaportes junto com os crachás de acesso ao CERN. Serviços de transporte estarão disponíveis, mas podem ser redirecionados por túneis sujeitos a inspeções policiais. Essas medidas mostram como grandes encontros políticos podem alterar abruptamente as regras de mobilidade na área Schengen; as autoridades suíças mantêm o direito de impor controles de identidade, apesar do acordo de associação do país. Viajantes britânicos devem observar que o Aeroporto EuroBasel-Mulhouse-Freiburg permanece fora da zona afetada, oferecendo uma possível alternativa de entrada. As equipes de mobilidade responsáveis pela participação executiva devem revisar a cobertura de seguro para custos relacionados a atrasos, reservar com antecedência bilhetes de trem flexíveis via Paris ou Lyon e distribuir canais de atualização em tempo real, como o aplicativo do campus CERN. Após 18 de junho, os controles retornarão ao normal, mas novas verificações pontuais podem ocorrer durante a saída das delegações.
Fonte: CERN
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