
A 40ª Exposição Internacional de Viagens (ITE) encerrou suas atividades no Centro de Convenções e Exposições de Hong Kong em 14 de junho, após receber milhares de compradores do setor e consumidores ao longo de quatro dias. A organizadora TKS Exhibition Services registrou um aumento de 35% no número de expositores da China continental e a estreia de pavilhões nacionais de Uganda, Mongólia e Peru, refletindo a demanda reprimida por aventuras de longa distância à medida que os orçamentos corporativos para viagens começam a se flexibilizar.
A edição deste ano destacou duas novas áreas: o pavilhão “Turismo de Gelo e Neve”, promovendo cruzeiros polares e resorts de esportes de inverno asiáticos, e a “Vila de Viagens em Família”, com desfiles infantis. Companhias aéreas e operadoras ofereceram promoções relâmpago no local — passagens de ida e volta para Seul a partir de HK$880 e pacotes combinados para cruzeiros no Ártico com 25% de desconto — evidenciando a intensa competição para garantir reservas antecipadas para 2027.
Para os profissionais de mobilidade, a energia da feira é um termômetro: redes hoteleiras de Bangkok a Berlim relataram negociações de tarifas corporativas em níveis semelhantes aos de 2019, enquanto vários destinos divulgaram vistos renovados para nômades digitais, focados em talentos tecnológicos da China e Hong Kong. O Peru, por exemplo, promoveu um futuro visto de trabalho remoto com duração de 12 meses.
Os programas de seminários também tiveram foco empresarial. Participantes da Amadeus, Trip.com e do Conselho de Turismo de Hong Kong destacaram ferramentas de inteligência artificial para duty of care e a retomada do segmento regional de MICE (Reuniões, Incentivos, Conferências e Exposições), prevendo que os gastos corporativos com viagens na Ásia-Pacífico alcancem 95% dos níveis pré-pandemia até o quarto trimestre de 2027.
Com Hong Kong se posicionando como um polo de eventos para a Grande Baía, a forte participação na ITE reforça a necessidade de ampliar a capacidade do centro de convenções e melhorar a conectividade aérea — fatores essenciais para empresas que planejam viagens de incentivo ou lançamentos de produtos na região.
A edição deste ano destacou duas novas áreas: o pavilhão “Turismo de Gelo e Neve”, promovendo cruzeiros polares e resorts de esportes de inverno asiáticos, e a “Vila de Viagens em Família”, com desfiles infantis. Companhias aéreas e operadoras ofereceram promoções relâmpago no local — passagens de ida e volta para Seul a partir de HK$880 e pacotes combinados para cruzeiros no Ártico com 25% de desconto — evidenciando a intensa competição para garantir reservas antecipadas para 2027.
Para os profissionais de mobilidade, a energia da feira é um termômetro: redes hoteleiras de Bangkok a Berlim relataram negociações de tarifas corporativas em níveis semelhantes aos de 2019, enquanto vários destinos divulgaram vistos renovados para nômades digitais, focados em talentos tecnológicos da China e Hong Kong. O Peru, por exemplo, promoveu um futuro visto de trabalho remoto com duração de 12 meses.
Os programas de seminários também tiveram foco empresarial. Participantes da Amadeus, Trip.com e do Conselho de Turismo de Hong Kong destacaram ferramentas de inteligência artificial para duty of care e a retomada do segmento regional de MICE (Reuniões, Incentivos, Conferências e Exposições), prevendo que os gastos corporativos com viagens na Ásia-Pacífico alcancem 95% dos níveis pré-pandemia até o quarto trimestre de 2027.
Com Hong Kong se posicionando como um polo de eventos para a Grande Baía, a forte participação na ITE reforça a necessidade de ampliar a capacidade do centro de convenções e melhorar a conectividade aérea — fatores essenciais para empresas que planejam viagens de incentivo ou lançamentos de produtos na região.
Fonte: HK01 (ITE event listing)
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