
O Secretário de Transportes e Logística de Hong Kong, Lam Sai-hung, afirmou em seu blog oficial no dia 13 de junho que o governo da Região Administrativa Especial (RAE), a Autoridade do Aeroporto de Hong Kong (AAHK) e todas as companhias aéreas locais formaram um grupo de trabalho chamado “Triângulo de Ferro”, batizado de “Hong Kong Inc.”, com o objetivo de acelerar a recuperação e expansão da presença aérea da cidade. Lam destacou que o Aeroporto Internacional de Hong Kong (HKIA) já atende cerca de 220 destinos com aproximadamente 140 companhias aéreas — números que superam os níveis pré-pandemia. A inauguração da Terceira Pista totalmente automatizada no ano passado, junto com o lançamento gradual do Terminal 2 reformulado, que abriga 15 companhias aéreas, criou capacidade para até 120 milhões de passageiros por ano, quando as obras forem concluídas em 2027.
O apoio político está sendo direcionado para negociações bilaterais e multilaterais de serviços aéreos. Na última semana, Hong Kong fechou um acordo revisado de serviços aéreos com o Brasil — seu 87º pacto bilateral — que elimina limites de capacidade e concede direitos de quinta liberdade na rota Hong Kong–São Paulo. Negociações semelhantes estariam em andamento com México e Arábia Saudita. A Cathay Pacific confirmou planos para lançar um voo direto Hong Kong–Almaty no primeiro trimestre de 2027, enquanto HK Express e Hong Kong Airlines estão sendo incentivadas a solicitar rotas ainda não atendidas na América Latina e Ásia Central, dentro do recém-criado “Programa de Incentivo a Rotas Estratégicas”.
Para os gestores de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: mais voos diretos entre cidades, melhor conectividade para destinos finais e provável alívio na escassez de assentos em classes premium, que elevaram as tarifas de viagens de negócios nos últimos dois anos. Analistas afirmam que a iniciativa também está alinhada com a “Rota da Seda Aérea” de Pequim, posicionando Hong Kong como um hub neutro para empresas multinacionais que buscam acesso tanto à China continental quanto aos mercados emergentes. As empresas devem ficar atentas às próximas mudanças nas regras de alocação de slots e começar a planejar orçamentos para as opções de viagem ampliadas em 2027.
O apoio político está sendo direcionado para negociações bilaterais e multilaterais de serviços aéreos. Na última semana, Hong Kong fechou um acordo revisado de serviços aéreos com o Brasil — seu 87º pacto bilateral — que elimina limites de capacidade e concede direitos de quinta liberdade na rota Hong Kong–São Paulo. Negociações semelhantes estariam em andamento com México e Arábia Saudita. A Cathay Pacific confirmou planos para lançar um voo direto Hong Kong–Almaty no primeiro trimestre de 2027, enquanto HK Express e Hong Kong Airlines estão sendo incentivadas a solicitar rotas ainda não atendidas na América Latina e Ásia Central, dentro do recém-criado “Programa de Incentivo a Rotas Estratégicas”.
Para os gestores de mobilidade corporativa, a mensagem é clara: mais voos diretos entre cidades, melhor conectividade para destinos finais e provável alívio na escassez de assentos em classes premium, que elevaram as tarifas de viagens de negócios nos últimos dois anos. Analistas afirmam que a iniciativa também está alinhada com a “Rota da Seda Aérea” de Pequim, posicionando Hong Kong como um hub neutro para empresas multinacionais que buscam acesso tanto à China continental quanto aos mercados emergentes. As empresas devem ficar atentas às próximas mudanças nas regras de alocação de slots e começar a planejar orçamentos para as opções de viagem ampliadas em 2027.
Fonte: RTHK
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