
A operadora de transporte público de Florença, Autolinee Toscane, alertou os passageiros sobre uma greve geral de 24 horas marcada para domingo, 14 de junho, que afetará toda a rede de ônibus urbanos. A paralisação, organizada pelo sindicato COBAS Lavoro Privato, envolve motoristas e funcionários das bilheterias. Os horários de serviço garantido serão das 04h15 às 08h14 e das 12h30 às 14h29, conforme a legislação italiana sobre greves.
Embora seja um problema local, Florença é um importante ponto de partida para excursões de um dia aos distritos industriais da Toscana e para transferências de cruzeiros que chegam a Livorno. Empresas de gestão de viagens relatam que alguns grupos corporativos que iam ao salão de moda Pitti Immagine optaram por ônibus privados ou aplicativos de carona, pagando o dobro do preço habitual.
O COBAS afirma que a disputa envolve jornadas excessivamente divididas, benefícios defasados desde a era da lira e manutenção inadequada do ar-condicionado dos veículos — um ponto cada vez mais crítico com as temperaturas de verão chegando a 35 °C. A direção ressalta que apenas 25% dos funcionários participaram da última greve de 24 horas e garante que a maioria das linhas funcionará fora dos horários protegidos.
Visitantes com conexões ferroviárias ou aéreas são aconselhados a sair com antecedência ou usar a linha de bonde T2 da cidade, operada por outra empresa e que não será afetada. Empresas que transferem funcionários entre Florença e as cidades vizinhas de Prato ou Arezzo devem verificar os cronogramas de realocação e considerar hospedagens próximas aos locais de trabalho.
Embora seja um problema local, Florença é um importante ponto de partida para excursões de um dia aos distritos industriais da Toscana e para transferências de cruzeiros que chegam a Livorno. Empresas de gestão de viagens relatam que alguns grupos corporativos que iam ao salão de moda Pitti Immagine optaram por ônibus privados ou aplicativos de carona, pagando o dobro do preço habitual.
O COBAS afirma que a disputa envolve jornadas excessivamente divididas, benefícios defasados desde a era da lira e manutenção inadequada do ar-condicionado dos veículos — um ponto cada vez mais crítico com as temperaturas de verão chegando a 35 °C. A direção ressalta que apenas 25% dos funcionários participaram da última greve de 24 horas e garante que a maioria das linhas funcionará fora dos horários protegidos.
Visitantes com conexões ferroviárias ou aéreas são aconselhados a sair com antecedência ou usar a linha de bonde T2 da cidade, operada por outra empresa e que não será afetada. Empresas que transferem funcionários entre Florença e as cidades vizinhas de Prato ou Arezzo devem verificar os cronogramas de realocação e considerar hospedagens próximas aos locais de trabalho.
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