
O Ministério da Saúde do Brasil, em 26 de junho, recomendou que os pais de crianças entre 6 e 11 meses de idade administrem uma dose extra “zero” da vacina tríplice viral (MMR) nos municípios de São Paulo e Guarulhos, após a confirmação de três casos importados de sarampo próximos ao aeroporto internacional mais movimentado do país. Cerca de 100 mil doses adicionais serão distribuídas neste fim de semana, informou o ministério. Dois das crianças infectadas frequentam a mesma creche; epidemiologistas acreditam que o caso índice foi exposto a um viajante estrangeiro em trânsito pelo Aeroporto de Guarulhos. Embora o surto seja pequeno, as autoridades temem que o aumento do tráfego nas férias de junho e julho, aliado à maior mobilidade devido à viagem de torcedores da Copa do Mundo para a América do Norte, possa acelerar a transmissão.
De acordo com as normas federais de vigilância sanitária em portos, as companhias aéreas devem negar embarque a passageiros com sintomas visíveis e reportar qualquer suspeita de doenças com erupção cutânea em voos internacionais. Tripulantes que fizerem escala em qualquer uma das cidades estão sendo orientados pelos serviços médicos corporativos a verificar os registros de vacinação e portar certificados digitais pelo aplicativo ConecteSUS. Equipes de mobilidade global que organizam projetos de curto prazo no polo industrial de São Paulo devem incluir a verificação da vacinação nas listas de preparação pré-viagem, especialmente para dependentes.
O alerta do ministério também destaca o aumento dos casos de sarampo nos países-sede da Copa do Mundo de 2026 — Estados Unidos, Canadá e México — que juntos registraram mais de 15 mil casos nos últimos 18 meses. Torcedores brasileiros que vão aos jogos são incentivados a apresentar comprovante de duas doses da vacina MMR; alguns portos de entrada nos EUA já oferecem a vacina na chegada, porém com custo elevado para o passageiro. Empresas com programas de viagens incentivadas devem comunicar esses requisitos com antecedência para evitar casos de embarque negado. Caso surjam novos casos, a Anvisa pode reativar a Declaração Eletrônica de Saúde do Viajante, suspensa em março. A agência confirmou à Agência Brasil que o código de contingência permanece ativo e pode ser reimplantado em até 48 horas.
De acordo com as normas federais de vigilância sanitária em portos, as companhias aéreas devem negar embarque a passageiros com sintomas visíveis e reportar qualquer suspeita de doenças com erupção cutânea em voos internacionais. Tripulantes que fizerem escala em qualquer uma das cidades estão sendo orientados pelos serviços médicos corporativos a verificar os registros de vacinação e portar certificados digitais pelo aplicativo ConecteSUS. Equipes de mobilidade global que organizam projetos de curto prazo no polo industrial de São Paulo devem incluir a verificação da vacinação nas listas de preparação pré-viagem, especialmente para dependentes.
O alerta do ministério também destaca o aumento dos casos de sarampo nos países-sede da Copa do Mundo de 2026 — Estados Unidos, Canadá e México — que juntos registraram mais de 15 mil casos nos últimos 18 meses. Torcedores brasileiros que vão aos jogos são incentivados a apresentar comprovante de duas doses da vacina MMR; alguns portos de entrada nos EUA já oferecem a vacina na chegada, porém com custo elevado para o passageiro. Empresas com programas de viagens incentivadas devem comunicar esses requisitos com antecedência para evitar casos de embarque negado. Caso surjam novos casos, a Anvisa pode reativar a Declaração Eletrônica de Saúde do Viajante, suspensa em março. A agência confirmou à Agência Brasil que o código de contingência permanece ativo e pode ser reimplantado em até 48 horas.
Fonte: Agência Brasil
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