
Viajantes indianos com destino ao Reino Unido não receberão mais o visto em formato físico colado no passaporte. Em uma atualização de orientação em 1º de julho de 2026, o UK Visas & Immigration confirmou que todas as solicitações aprovadas feitas fora do Reino Unido agora resultam em um ‘eVisa’ totalmente digital. Os candidatos ainda precisam fornecer dados biométricos em um centro de solicitação de visto (VAC), mas, após a aprovação, devem criar ou acessar uma conta online do UKVI para visualizar e baixar a comprovação do seu status migratório.
Essa mudança faz parte do projeto de vários anos de Londres para digitalizar as fronteiras e coloca o Reino Unido em linha com países como Austrália e Nova Zelândia, que já utilizam autorizações eletrônicas de viagem há bastante tempo. O UKVI destaca que os eVisas não podem ser perdidos, roubados ou alterados, além de agilizar o check-in nas companhias aéreas e a passagem por portões automáticos. Os passaportes físicos serão devolvidos mais rapidamente, pois não será mais necessário imprimir e colar os vistos.
Para empresas indianas, essa transição exige processos internos mais rigorosos: os viajantes devem imprimir ou armazenar digitalmente a carta de ‘permissão para viajar’, as companhias aéreas precisam validar os eVisas via Sistema de Informação Avançada de Passageiros, e as equipes de mobilidade devem atualizar os manuais de políticas que mencionam os vistos físicos. Empresas que patrocinam rotas Tier 2 e Global Business Mobility devem solicitar aos funcionários que compartilhem o link ‘prove seu status’ em vez de fotocopiar a página do visto.
Prestadores de serviços na Índia relatam aumento nas dúvidas de viajantes que não estão familiarizados com contas digitais e preocupados com o Wi-Fi nos aeroportos. Especialistas recomendam baixar uma cópia em PDF do eVisa ou tirar capturas de tela antes da viagem. Quem já possui adesivos de visto pode continuar usando-os até a validade expirar; as renovações serão automaticamente convertidas em eVisas.
Essa mudança faz parte do projeto de vários anos de Londres para digitalizar as fronteiras e coloca o Reino Unido em linha com países como Austrália e Nova Zelândia, que já utilizam autorizações eletrônicas de viagem há bastante tempo. O UKVI destaca que os eVisas não podem ser perdidos, roubados ou alterados, além de agilizar o check-in nas companhias aéreas e a passagem por portões automáticos. Os passaportes físicos serão devolvidos mais rapidamente, pois não será mais necessário imprimir e colar os vistos.
Para empresas indianas, essa transição exige processos internos mais rigorosos: os viajantes devem imprimir ou armazenar digitalmente a carta de ‘permissão para viajar’, as companhias aéreas precisam validar os eVisas via Sistema de Informação Avançada de Passageiros, e as equipes de mobilidade devem atualizar os manuais de políticas que mencionam os vistos físicos. Empresas que patrocinam rotas Tier 2 e Global Business Mobility devem solicitar aos funcionários que compartilhem o link ‘prove seu status’ em vez de fotocopiar a página do visto.
Prestadores de serviços na Índia relatam aumento nas dúvidas de viajantes que não estão familiarizados com contas digitais e preocupados com o Wi-Fi nos aeroportos. Especialistas recomendam baixar uma cópia em PDF do eVisa ou tirar capturas de tela antes da viagem. Quem já possui adesivos de visto pode continuar usando-os até a validade expirar; as renovações serão automaticamente convertidas em eVisas.