
Vários instrumentos de política convergiram em 2 de julho para dificultar a obtenção da residência permanente baseada em emprego. O Boletim de Vistos de julho de 2026 do Departamento de Estado estabeleceu cortes “indisponíveis” para a Índia na categoria EB-2 e para vistos EB-5 de investidores não reservados, congelando aprovações até outubro. Simultaneamente, uma regra final provisória do Departamento de Segurança Interna, com vigência a partir de 10 de julho, autoriza os oficiais do USCIS a negar ou rejeitar qualquer pedido de ajuste de status que não contenha uma assinatura válida — mesmo após a aceitação — mantendo as taxas de processamento. Advogados de imigração relatam que o uso da tabela de Data de Ação Final mais rigorosa agora rege os pedidos baseados em emprego, atrasando ainda mais as datas de prioridade, que já estavam postergadas por anos. A nova regra sobre assinaturas eleva os riscos de erros burocráticos: um formulário I-485 sem assinatura não será mais devolvido para correção, mas negado diretamente, obrigando o solicitante a reiniciar o processo e pagar novas taxas. Para empregadores, essas duas medidas exigem uma reavaliação das estratégias envolvendo PERM, H-1B e L-1. Cidadãos indianos próximos ao limite de seis anos do H-1B podem precisar considerar alternativas como os vistos O-1 ou E-2, enquanto investidores EB-5 devem incluir margens extras de tempo nos modelos financeiros dos projetos. Sistemas de RH que preenchem formulários automaticamente precisam ser auditados para garantir assinaturas manuscritas ou eletrônicas válidas.
Fonte: MaTaZ ArIsInG
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