
O governo brasileiro confirmou que, a partir de 11 de maio de 2026, portadores de passaportes comuns chineses poderão entrar no Brasil por até 30 dias sem visto, graças a um programa unilateral de isenção que foi oficialmente publicado esta semana. A medida, destacada em 4 de julho pela Câmara de Comércio Internacional Brasil-China (CCDIBC), tem como objetivo acelerar missões comerciais, o fluxo turístico e intercâmbios acadêmicos entre os dois países.
A China é o maior parceiro comercial do Brasil há 14 anos, mas executivos chineses há muito tempo reclamam dos longos prazos consulares — especialmente para viagens de última hora para inspeção de áreas agrícolas ou negociações de projetos de energia. Ao eliminar essa barreira para visitas curtas, Brasília espera incentivar delegações menores e mais frequentes, que possam fomentar investimentos subsequentes.
O Ministério das Relações Exteriores estima que a política pode aumentar em 35% as viagens de negócios chinesas ao Brasil nos próximos 12 meses, injetando cerca de 500 milhões de dólares adicionais nos setores de serviços locais. A isenção é estritamente limitada a estadias de até 30 dias e não pode ser prorrogada dentro do país. Viajantes que pretendam trabalhar, estudar ou permanecer por períodos mais longos ainda precisarão obter o visto temporário adequado antes da chegada.
O Ministério também sinalizou que um sistema de visto eletrônico (e-visa) — para estadias de até 90 dias — será lançado para cidadãos chineses ainda este ano, oferecendo um canal digital para estadias mais longas, sem a necessidade de adesivos em papel. As equipes de mobilidade corporativa devem atualizar suas matrizes globais de viagens para refletir essa isenção: técnicos chineses que visitam plantas brasileiras por menos de um mês, por exemplo, não precisarão mais considerar o tempo de processamento de visto nos cronogramas dos projetos.
No entanto, os gestores de RH devem lembrar os funcionários de que a isenção não autoriza trabalho remunerado; o descumprimento pode comprometer futuras solicitações de visto. As companhias aéreas continuarão a exigir a validade mínima do passaporte (seis meses) e a apresentação de passagem de retorno no momento do check-in.
Especialistas afirmam que a iniciativa do Brasil pode estimular mercados vizinhos na América do Sul a buscar o turismo chinês de forma mais agressiva. Equador, Suriname e Barbados já oferecem entrada sem visto, e a Argentina estuda uma proposta semelhante. Por enquanto, o Brasil sai na frente ao atrair turistas chineses que buscam destinos além das rotas tradicionais europeias, além de delegações empresariais interessadas em oportunidades de nearshoring na América Latina.
A China é o maior parceiro comercial do Brasil há 14 anos, mas executivos chineses há muito tempo reclamam dos longos prazos consulares — especialmente para viagens de última hora para inspeção de áreas agrícolas ou negociações de projetos de energia. Ao eliminar essa barreira para visitas curtas, Brasília espera incentivar delegações menores e mais frequentes, que possam fomentar investimentos subsequentes.
O Ministério das Relações Exteriores estima que a política pode aumentar em 35% as viagens de negócios chinesas ao Brasil nos próximos 12 meses, injetando cerca de 500 milhões de dólares adicionais nos setores de serviços locais. A isenção é estritamente limitada a estadias de até 30 dias e não pode ser prorrogada dentro do país. Viajantes que pretendam trabalhar, estudar ou permanecer por períodos mais longos ainda precisarão obter o visto temporário adequado antes da chegada.
O Ministério também sinalizou que um sistema de visto eletrônico (e-visa) — para estadias de até 90 dias — será lançado para cidadãos chineses ainda este ano, oferecendo um canal digital para estadias mais longas, sem a necessidade de adesivos em papel. As equipes de mobilidade corporativa devem atualizar suas matrizes globais de viagens para refletir essa isenção: técnicos chineses que visitam plantas brasileiras por menos de um mês, por exemplo, não precisarão mais considerar o tempo de processamento de visto nos cronogramas dos projetos.
No entanto, os gestores de RH devem lembrar os funcionários de que a isenção não autoriza trabalho remunerado; o descumprimento pode comprometer futuras solicitações de visto. As companhias aéreas continuarão a exigir a validade mínima do passaporte (seis meses) e a apresentação de passagem de retorno no momento do check-in.
Especialistas afirmam que a iniciativa do Brasil pode estimular mercados vizinhos na América do Sul a buscar o turismo chinês de forma mais agressiva. Equador, Suriname e Barbados já oferecem entrada sem visto, e a Argentina estuda uma proposta semelhante. Por enquanto, o Brasil sai na frente ao atrair turistas chineses que buscam destinos além das rotas tradicionais europeias, além de delegações empresariais interessadas em oportunidades de nearshoring na América Latina.
Fonte: CCDIBC