
Xangai volta a se destacar como o principal portal internacional da China. Autoridades de inspeção de fronteira revelaram em 6 de julho que a metrópole registrou 21,13 milhões de movimentações de entrada e saída no primeiro semestre de 2026, incluindo 3,17 milhões de visitantes estrangeiros. Mais de 2,05 milhões desses estrangeiros — quase dois terços do total — entraram pelo esquema ampliado de isenção de visto de 30 dias ou pelo programa de trânsito sem visto de 240 horas (10 dias). Os dados confirmam que a política unilateral de isenção de visto, iniciada por Pequim no final de 2025, está rapidamente se traduzindo em crescimento real no fluxo nos principais pontos de entrada.
O governo local de Xangai e a Administração Nacional de Imigração (NIA) implementaram facilitadores adicionais à política nacional, como mais e-gates para liberação biométrica, quiosques multilíngues de autoatendimento para chegada e uma faixa exclusiva para “eventos de negócios” no Aeroporto de Pudong, destinada a delegados MICE cujos organizadores pré-registram as listas de participantes. Essas medidas reduzem em média oito minutos o tempo do processo de imigração, tornando Xangai competitiva com hubs regionais como Singapura e Seul.
Novos perfis de passageiros estão surgindo. Autoridades de fronteira informam que cerca de 14% dos visitantes isentos de visto eram passageiros de cruzeiros, impulsionados pelo lançamento em 6 de junho do primeiro roteiro de “cruzeiro sem destino” do continente — uma viagem de lazer de três noites em alto mar que sai do estuário do Yangtzé e retorna sem atracar em portos estrangeiros. A rota piloto exigiu uma categoria própria de permissão de entrada e saída e já registrou mais de 35 mil movimentações de passageiros.
Para as empresas, os números reforçam a facilidade crescente de trazer visitantes de curto prazo e especialistas técnicos para a China. Companhias que organizam reuniões regionais começaram a alternar eventos de Hong Kong para Xangai, aproveitando regras de entrada mais simples e maior oferta hoteleira. Gestores de viagens, porém, são aconselhados a verificar a elegibilidade: portadores de passaportes diplomáticos ou de serviço, jornalistas e quem pretende trabalhar ou estudar ainda precisam de vistos padrão.
No geral, a experiência de Xangai deve servir de referência para outras cidades de primeiro nível que buscam junto a Pequim cotas adicionais de isenção unilateral de visto em 2027.
O governo local de Xangai e a Administração Nacional de Imigração (NIA) implementaram facilitadores adicionais à política nacional, como mais e-gates para liberação biométrica, quiosques multilíngues de autoatendimento para chegada e uma faixa exclusiva para “eventos de negócios” no Aeroporto de Pudong, destinada a delegados MICE cujos organizadores pré-registram as listas de participantes. Essas medidas reduzem em média oito minutos o tempo do processo de imigração, tornando Xangai competitiva com hubs regionais como Singapura e Seul.
Novos perfis de passageiros estão surgindo. Autoridades de fronteira informam que cerca de 14% dos visitantes isentos de visto eram passageiros de cruzeiros, impulsionados pelo lançamento em 6 de junho do primeiro roteiro de “cruzeiro sem destino” do continente — uma viagem de lazer de três noites em alto mar que sai do estuário do Yangtzé e retorna sem atracar em portos estrangeiros. A rota piloto exigiu uma categoria própria de permissão de entrada e saída e já registrou mais de 35 mil movimentações de passageiros.
Para as empresas, os números reforçam a facilidade crescente de trazer visitantes de curto prazo e especialistas técnicos para a China. Companhias que organizam reuniões regionais começaram a alternar eventos de Hong Kong para Xangai, aproveitando regras de entrada mais simples e maior oferta hoteleira. Gestores de viagens, porém, são aconselhados a verificar a elegibilidade: portadores de passaportes diplomáticos ou de serviço, jornalistas e quem pretende trabalhar ou estudar ainda precisam de vistos padrão.
No geral, a experiência de Xangai deve servir de referência para outras cidades de primeiro nível que buscam junto a Pequim cotas adicionais de isenção unilateral de visto em 2027.
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