
A Embaixada da Índia em Brasília atualizou seu comunicado público para confirmar que o visto eletrônico de turismo com validade de cinco anos está totalmente operacional para cidadãos de 156 países, revertendo a suspensão imposta durante a pandemia. Embora a restauração tenha sido aprovada no início deste ano, a atualização de 9 de julho de 2026 esclarece que novas solicitações já estão abertas e que os viajantes também podem optar pelo visto tradicional em papel com validade de cinco anos, se preferirem.
Os principais pontos incluem entradas múltiplas ilimitadas por via aérea ou marítima, mas a proibição de entrada na Índia com visto eletrônico de turismo por fronteiras terrestres ou fluviais permanece — uma regra importante para viajantes que vêm do Nepal, Butão ou Mianmar. Cidadãos afegãos continuam excluídos e devem solicitar o visto eletrônico especial e-Emergency X-Misc.
Para órgãos de turismo e organizadores de conferências, o esclarecimento elimina dúvidas remanescentes, permitindo a venda antecipada de pacotes turísticos de longa duração e viagens de incentivo. As companhias aéreas devem intensificar o marketing em mercados de origem como Brasil, Japão e Alemanha, destacando a validade de cinco anos como uma economia para visitantes frequentes.
A atualização também confirma a continuidade do programa “Gratis Visa” da Índia, que isenta a taxa para os primeiros 500 mil turistas estrangeiros — um benefício importante para operadoras que atendem segmentos sensíveis a preços.
Os protocolos de saúde agora seguem integralmente as orientações do Ministério da Saúde; não são mais exigidos formulários adicionais relacionados à Covid-19, mas viajantes provenientes de regiões afetadas pela Ebola devem preencher a nova declaração Air Suvidha 2.0.
Consultores de risco em viagens devem alertar que a entrada por fronteiras terrestres com visto eletrônico de turismo continua proibida até que novas notificações autorizem os pontos de controle. Empresas que transportam equipamentos por via terrestre a partir de países vizinhos precisam, portanto, obter vistos comerciais ou para conferências adequados.
Os principais pontos incluem entradas múltiplas ilimitadas por via aérea ou marítima, mas a proibição de entrada na Índia com visto eletrônico de turismo por fronteiras terrestres ou fluviais permanece — uma regra importante para viajantes que vêm do Nepal, Butão ou Mianmar. Cidadãos afegãos continuam excluídos e devem solicitar o visto eletrônico especial e-Emergency X-Misc.
Para órgãos de turismo e organizadores de conferências, o esclarecimento elimina dúvidas remanescentes, permitindo a venda antecipada de pacotes turísticos de longa duração e viagens de incentivo. As companhias aéreas devem intensificar o marketing em mercados de origem como Brasil, Japão e Alemanha, destacando a validade de cinco anos como uma economia para visitantes frequentes.
A atualização também confirma a continuidade do programa “Gratis Visa” da Índia, que isenta a taxa para os primeiros 500 mil turistas estrangeiros — um benefício importante para operadoras que atendem segmentos sensíveis a preços.
Os protocolos de saúde agora seguem integralmente as orientações do Ministério da Saúde; não são mais exigidos formulários adicionais relacionados à Covid-19, mas viajantes provenientes de regiões afetadas pela Ebola devem preencher a nova declaração Air Suvidha 2.0.
Consultores de risco em viagens devem alertar que a entrada por fronteiras terrestres com visto eletrônico de turismo continua proibida até que novas notificações autorizem os pontos de controle. Empresas que transportam equipamentos por via terrestre a partir de países vizinhos precisam, portanto, obter vistos comerciais ou para conferências adequados.