
A Índia ampliou a restauração mencionada ao reautorizar especificamente o visto eletrônico de turista (e-TV) com validade de cinco anos para cidadãos de 156 países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Japão e a maioria dos países membros da União Europeia. Um comunicado da Embaixada da Índia em Brasília confirma que novas solicitações já estão sendo aceitas e que qualquer e-TV de cinco anos emitido antes de março de 2020 voltou a ser válido. Os portadores do visto restabelecido podem entrar múltiplas vezes durante a validade de cinco anos, com cada estadia limitada a 180 dias. Esse tipo de visto é especialmente popular entre viajantes de lazer frequentes, familiares de NRIs (indianos residentes no exterior) e empresas internacionais que rotacionam funcionários na Índia para treinamentos ou funções de suporte. Antes da suspensão, os e-TVs de cinco anos representavam cerca de 28% de todos os e-visados indianos emitidos anualmente.
Do ponto de vista operacional, os gestores de mobilidade devem observar que a chegada está restrita a aeroportos e portos marítimos designados para entrada com e-Visa; as rotas terrestres permanecerão fechadas até novo aviso. O Ministério do Turismo relançou campanhas de marketing nos principais mercados de origem, destacando o valor do visto de longo prazo, e as companhias aéreas indianas planejam promoções para aproveitar a demanda reprimida. Para o setor corporativo, a retomada facilita o planejamento orçamentário e reduz a burocracia. Viajantes frequentes — como engenheiros de garantia de qualidade ou gerentes de projeto que visitam periodicamente instalações na Índia — não precisarão mais solicitar vistos de curto prazo a cada viagem. Os gestores de viagens devem atualizar os perfis dos viajantes para garantir que o e-TV de cinco anos esteja registrado nos sistemas globais de reservas e compartilhar orientações sobre os limites permitidos de permanência acumulada. As empresas também devem lembrar os viajantes de que o visto não autoriza trabalho; qualquer atividade além do escopo de visitante de negócios ainda exige visto de Trabalho ou de Negócios. Os protocolos de triagem de saúde nos aeroportos permanecem inalterados e devem ser gradualmente reduzidos ainda neste trimestre.
Do ponto de vista operacional, os gestores de mobilidade devem observar que a chegada está restrita a aeroportos e portos marítimos designados para entrada com e-Visa; as rotas terrestres permanecerão fechadas até novo aviso. O Ministério do Turismo relançou campanhas de marketing nos principais mercados de origem, destacando o valor do visto de longo prazo, e as companhias aéreas indianas planejam promoções para aproveitar a demanda reprimida. Para o setor corporativo, a retomada facilita o planejamento orçamentário e reduz a burocracia. Viajantes frequentes — como engenheiros de garantia de qualidade ou gerentes de projeto que visitam periodicamente instalações na Índia — não precisarão mais solicitar vistos de curto prazo a cada viagem. Os gestores de viagens devem atualizar os perfis dos viajantes para garantir que o e-TV de cinco anos esteja registrado nos sistemas globais de reservas e compartilhar orientações sobre os limites permitidos de permanência acumulada. As empresas também devem lembrar os viajantes de que o visto não autoriza trabalho; qualquer atividade além do escopo de visitante de negócios ainda exige visto de Trabalho ou de Negócios. Os protocolos de triagem de saúde nos aeroportos permanecem inalterados e devem ser gradualmente reduzidos ainda neste trimestre.
Fonte: Embassy of India, Brasília
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