
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) divulgou um boletim de nível laranja (‘perigo potencial’) em 12 de julho, prevendo uma queda abrupta de temperatura entre 3 e 5 °C em partes de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul até as 9h de segunda-feira, 13 de julho. O alerta acompanha a chegada de uma massa de ar polar vinda da Argentina e traz preocupações sobre nevoeiro de baixa visibilidade e geada em corredores logísticos importantes, como a BR-116 (Curitiba–Porto Alegre) e o Rodoanel em São Paulo.
Meteorologistas da aviação nos aeroportos de São Paulo/Guarulhos (GRU) e Campinas/Viracopos (VCP) preveem possíveis procedimentos de pouso por instrumentos CAT II/III nas primeiras horas do dia, o que historicamente causa atrasos em cascata nas partidas da manhã — especialmente para jatos regionais que operam em Porto Alegre e Foz do Iguaçu. As companhias aéreas emitiram isenções de ‘flexibilidade de viagem’, permitindo remarcações sem taxas para voos de e para os estados afetados até 14 de julho.
Operadores de transporte terrestre alertam que trechos suscetíveis à geada na Serra do Mar e na Serra Gaúcha podem impor restrições de velocidade para ônibus de longa distância e comboios de cargas de alto valor. Empresas que oferecem transporte para engenheiros expatriados em fábricas automotivas de São José dos Campos já posicionaram veículos reservas equipados com correntes para pneus, uma precaução mais comum no sul do Chile do que no sudeste do Brasil.
Empregadores com políticas de cuidado devem comunicar as orientações do INMET em português e inglês, garantindo que os funcionários em viagem levem roupas térmicas e reservem tempo extra para deslocamentos. Empresas que operam cadeias de suprimentos sensíveis à temperatura — como as de cadeia fria farmacêutica — são aconselhadas a monitorar rigorosamente os pontos de ajuste dos refrigerados; ondas de frio anteriores já causaram resfriamento excessivo inesperado em trechos de subida, comprometendo o transporte de vacinas.
O alerta de onda de frio reforça a crescente volatilidade dos padrões climáticos de inverno no Brasil, que se tornam cada vez mais relevantes para o planejamento da mobilidade, especialmente com a retomada das viagens corporativas aos níveis pré-pandemia.
Meteorologistas da aviação nos aeroportos de São Paulo/Guarulhos (GRU) e Campinas/Viracopos (VCP) preveem possíveis procedimentos de pouso por instrumentos CAT II/III nas primeiras horas do dia, o que historicamente causa atrasos em cascata nas partidas da manhã — especialmente para jatos regionais que operam em Porto Alegre e Foz do Iguaçu. As companhias aéreas emitiram isenções de ‘flexibilidade de viagem’, permitindo remarcações sem taxas para voos de e para os estados afetados até 14 de julho.
Operadores de transporte terrestre alertam que trechos suscetíveis à geada na Serra do Mar e na Serra Gaúcha podem impor restrições de velocidade para ônibus de longa distância e comboios de cargas de alto valor. Empresas que oferecem transporte para engenheiros expatriados em fábricas automotivas de São José dos Campos já posicionaram veículos reservas equipados com correntes para pneus, uma precaução mais comum no sul do Chile do que no sudeste do Brasil.
Empregadores com políticas de cuidado devem comunicar as orientações do INMET em português e inglês, garantindo que os funcionários em viagem levem roupas térmicas e reservem tempo extra para deslocamentos. Empresas que operam cadeias de suprimentos sensíveis à temperatura — como as de cadeia fria farmacêutica — são aconselhadas a monitorar rigorosamente os pontos de ajuste dos refrigerados; ondas de frio anteriores já causaram resfriamento excessivo inesperado em trechos de subida, comprometendo o transporte de vacinas.
O alerta de onda de frio reforça a crescente volatilidade dos padrões climáticos de inverno no Brasil, que se tornam cada vez mais relevantes para o planejamento da mobilidade, especialmente com a retomada das viagens corporativas aos níveis pré-pandemia.
Fonte: Rádio Itatiaia