
Companhias aéreas que operam nos Emirados Árabes Unidos estão ajustando seus horários novamente após ataques com drones e mísseis ao Aeroporto Internacional de Abha, na Arábia Saudita, e novos alertas de segurança para sobrevoos no Golfo. A equipe de aviação do Gulf News informa que pelo menos 11 voos entre Abha e aeroportos dos Emirados foram cancelados em 15 de julho, enquanto companhias como flydubai e Air Arabia recomendam que os passageiros cheguem com quatro horas de antecedência e acompanhem alertas em tempo real.
O comunicado também destaca uma nova exigência para viajantes que partem dos Emirados para a Índia: o preenchimento do Air Suvidha 2.0, uma declaração digital obrigatória criada em resposta à escalada dos surtos de Ebola/Bundibugyo na África Central, segundo a OMS. Os passageiros devem enviar o formulário até 24 horas antes da partida e apresentar o código QR na chegada. Gestores de viagens que organizam deslocamentos entre Dubai e centros indianos devem atualizar imediatamente suas listas de verificação para evitar recusas no embarque.
As companhias regionais continuam operando normalmente, mas aéreas internacionais como KLM, Lufthansa Group e Singapore Airlines mantêm a suspensão dos voos para Dubai, Riyadh ou Doha pelo menos até meados de agosto. A British Airways adiou o relançamento de suas operações no Oriente Médio para o final de outubro, reduzindo a capacidade para o tráfego corporativo. Por outro lado, Etihad e Emirates registram quase lotação máxima no verão e estão ampliando suas rotas para Bangkok, Aleppo e Acra.
Consultores de risco alertam que governos europeus e norte-americanos mantêm avisos elevados sobre possíveis repercussões das tensões entre EUA e Irã. Empresas com obrigações de cuidado devem garantir que seus sistemas de monitoramento de viajantes identifiquem voos desviados que cruzem os espaços aéreos iraniano ou iemenita, além de informar os funcionários sobre restrições de saída e uso de redes sociais na Arábia Saudita.
Em uma nota positiva, Oman Air e SalamAir adicionaram quase 200 voos extras na rota Muscat–Salalah para o feriado Khareef, oferecendo opções alternativas de conexão para residentes dos Emirados que buscam um clima mais ameno no verão.
O comunicado também destaca uma nova exigência para viajantes que partem dos Emirados para a Índia: o preenchimento do Air Suvidha 2.0, uma declaração digital obrigatória criada em resposta à escalada dos surtos de Ebola/Bundibugyo na África Central, segundo a OMS. Os passageiros devem enviar o formulário até 24 horas antes da partida e apresentar o código QR na chegada. Gestores de viagens que organizam deslocamentos entre Dubai e centros indianos devem atualizar imediatamente suas listas de verificação para evitar recusas no embarque.
As companhias regionais continuam operando normalmente, mas aéreas internacionais como KLM, Lufthansa Group e Singapore Airlines mantêm a suspensão dos voos para Dubai, Riyadh ou Doha pelo menos até meados de agosto. A British Airways adiou o relançamento de suas operações no Oriente Médio para o final de outubro, reduzindo a capacidade para o tráfego corporativo. Por outro lado, Etihad e Emirates registram quase lotação máxima no verão e estão ampliando suas rotas para Bangkok, Aleppo e Acra.
Consultores de risco alertam que governos europeus e norte-americanos mantêm avisos elevados sobre possíveis repercussões das tensões entre EUA e Irã. Empresas com obrigações de cuidado devem garantir que seus sistemas de monitoramento de viajantes identifiquem voos desviados que cruzem os espaços aéreos iraniano ou iemenita, além de informar os funcionários sobre restrições de saída e uso de redes sociais na Arábia Saudita.
Em uma nota positiva, Oman Air e SalamAir adicionaram quase 200 voos extras na rota Muscat–Salalah para o feriado Khareef, oferecendo opções alternativas de conexão para residentes dos Emirados que buscam um clima mais ameno no verão.
Fonte: Gulf News