
A Agência de Saúde Pública do Canadá (PHAC) invocou a Lei de Quarentena para implementar novas restrições temporárias nas fronteiras, com o objetivo de impedir a entrada da doença do vírus Ebola no país. A partir das 23h59 (horário de Brasília) do dia 20 de julho de 2026, todos os estrangeiros que estiveram na República Democrática do Congo (RDC) nos últimos 21 dias terão o embarque em voos para o Canadá negado ou serão impedidos de entrar pelas fronteiras terrestres. Cidadãos canadenses, residentes permanentes e pessoas registradas sob a Lei dos Índios continuam autorizados a entrar, mas deverão passar por uma avaliação de saúde na chegada e cumprir uma quarentena obrigatória de 21 dias.
A ordem provisória da PHAC também exige que companhias aéreas comerciais e privadas verifiquem o histórico de viagens dos passageiros antes do check-in. Essa medida complementa uma ordem do Conselho de Ministros, vigente desde 30 de maio, que já restringe a entrada de estrangeiros provenientes de Uganda e Sudão do Sul. Os três países enfrentam surtos ativos de Ebola, classificados pela Organização Mundial da Saúde como emergência de saúde pública de interesse internacional.
Embora as autoridades canadenses considerem o risco doméstico baixo, alertam que mesmo um único caso importado pode sobrecarregar os sistemas de saúde provinciais. Para empresas multinacionais que rotacionam funcionários pela África Central, a proibição traz impactos operacionais imediatos. Funcionários que tenham transitado ou trabalhado na RDC nas últimas três semanas precisarão fazer rotas alternativas por um terceiro país, adiar viagens ou — se forem portadores de passaporte canadense — se preparar para a quarentena ao chegar.
Os empregadores são orientados a revisar os protocolos de cuidado, confirmar a cobertura para evacuação médica e atualizar os processos de aprovação de viagens em seus sistemas de gestão de mobilidade. A PHAC recomenda que as organizações consultem regularmente o site federal de Avisos e Recomendações de Viagem para acompanhar possíveis mudanças e lembrem os viajantes de manter registros verificáveis de seus itinerários.
As medidas atuais devem permanecer em vigor até pelo menos 29 de agosto de 2026, mas as autoridades indicam que o prazo pode ser estendido ou reduzido conforme a evolução da situação epidemiológica na África Central.
A ordem provisória da PHAC também exige que companhias aéreas comerciais e privadas verifiquem o histórico de viagens dos passageiros antes do check-in. Essa medida complementa uma ordem do Conselho de Ministros, vigente desde 30 de maio, que já restringe a entrada de estrangeiros provenientes de Uganda e Sudão do Sul. Os três países enfrentam surtos ativos de Ebola, classificados pela Organização Mundial da Saúde como emergência de saúde pública de interesse internacional.
Embora as autoridades canadenses considerem o risco doméstico baixo, alertam que mesmo um único caso importado pode sobrecarregar os sistemas de saúde provinciais. Para empresas multinacionais que rotacionam funcionários pela África Central, a proibição traz impactos operacionais imediatos. Funcionários que tenham transitado ou trabalhado na RDC nas últimas três semanas precisarão fazer rotas alternativas por um terceiro país, adiar viagens ou — se forem portadores de passaporte canadense — se preparar para a quarentena ao chegar.
Os empregadores são orientados a revisar os protocolos de cuidado, confirmar a cobertura para evacuação médica e atualizar os processos de aprovação de viagens em seus sistemas de gestão de mobilidade. A PHAC recomenda que as organizações consultem regularmente o site federal de Avisos e Recomendações de Viagem para acompanhar possíveis mudanças e lembrem os viajantes de manter registros verificáveis de seus itinerários.
As medidas atuais devem permanecer em vigor até pelo menos 29 de agosto de 2026, mas as autoridades indicam que o prazo pode ser estendido ou reduzido conforme a evolução da situação epidemiológica na África Central.
Fonte: CNW / PHAC news release