
Uma candidata sino-americana ("ABC") que buscava um visto turístico da categoria L foi recusada por um centro de vistos chinês em 30 de julho, após o consulado determinar que, segundo a Lei de Nacionalidade da China, ela *ainda* é considerada cidadã chinesa porque seus pais não haviam se naturalizado quando ela nasceu. O caso, compartilhado no fórum r/Chinavisa, exemplifica uma tendência crescente em que solicitantes de ascendência chinesa são obrigados a apresentar provas antigas do status migratório dos pais — como green cards, certificados de naturalização ou comprovantes de cancelamento de permissão de saída — antes da emissão do visto.
Essa fiscalização mais rigorosa segue uma circular do Ministério das Relações Exteriores, de maio de 2026, que orienta as missões diplomáticas a "aplicar rigorosamente a determinação da nacionalidade", diante do aumento de casos de duplos nacionais que usam passaportes americanos para entrar na China sem visto, via trânsito por terceiros países. Pela legislação chinesa, a dupla cidadania não é reconhecida; quem for considerado nacional deve viajar com passaporte chinês ou, se estiver no exterior sem documento válido da RPC, solicitar um documento de viagem único.
Na prática, essa medida representa um pesadelo documental para muitos chineses da segunda geração no exterior, cujos pais descartaram os passaportes antigos há anos. Centros de vistos em Los Angeles, Toronto e Sydney relataram aumento nos pedidos de “documentação complementar” nas últimas duas semanas. Agentes afirmam que o tempo de processamento para solicitantes nascidos antes de 1998 — quando a China ampliou os critérios para perda automática da nacionalidade — dobrou, chegando a uma média de 20 dias úteis.
Para gestores de viagens corporativas, a principal lição é a segmentação de riscos: funcionários de ascendência chinesa, mesmo portando passaportes estrangeiros, devem ser pré-avaliados quanto a possíveis questões relacionadas à lei de nacionalidade antes da reserva de voos. Quando os documentos originais dos pais não estiverem disponíveis, declarações juramentadas e registros migratórios arquivados podem ser aceitos, desde que autenticados por um consulado chinês. Ignorar essa questão pode resultar em recusas de visto de última hora e mudanças de itinerário dispendiosas.
Especialistas jurídicos indicam que é improvável que Pequim altere a lei em breve, mas esperam que a Administração Nacional de Imigração divulgue um FAQ esclarecendo os padrões aceitáveis de comprovação antes do aumento de viagens na Golden Week, em outubro. Enquanto isso, os solicitantes são aconselhados a iniciar a busca por documentos com antecedência e consultar profissionais qualificados em vistos.
Essa fiscalização mais rigorosa segue uma circular do Ministério das Relações Exteriores, de maio de 2026, que orienta as missões diplomáticas a "aplicar rigorosamente a determinação da nacionalidade", diante do aumento de casos de duplos nacionais que usam passaportes americanos para entrar na China sem visto, via trânsito por terceiros países. Pela legislação chinesa, a dupla cidadania não é reconhecida; quem for considerado nacional deve viajar com passaporte chinês ou, se estiver no exterior sem documento válido da RPC, solicitar um documento de viagem único.
Na prática, essa medida representa um pesadelo documental para muitos chineses da segunda geração no exterior, cujos pais descartaram os passaportes antigos há anos. Centros de vistos em Los Angeles, Toronto e Sydney relataram aumento nos pedidos de “documentação complementar” nas últimas duas semanas. Agentes afirmam que o tempo de processamento para solicitantes nascidos antes de 1998 — quando a China ampliou os critérios para perda automática da nacionalidade — dobrou, chegando a uma média de 20 dias úteis.
Para gestores de viagens corporativas, a principal lição é a segmentação de riscos: funcionários de ascendência chinesa, mesmo portando passaportes estrangeiros, devem ser pré-avaliados quanto a possíveis questões relacionadas à lei de nacionalidade antes da reserva de voos. Quando os documentos originais dos pais não estiverem disponíveis, declarações juramentadas e registros migratórios arquivados podem ser aceitos, desde que autenticados por um consulado chinês. Ignorar essa questão pode resultar em recusas de visto de última hora e mudanças de itinerário dispendiosas.
Especialistas jurídicos indicam que é improvável que Pequim altere a lei em breve, mas esperam que a Administração Nacional de Imigração divulgue um FAQ esclarecendo os padrões aceitáveis de comprovação antes do aumento de viagens na Golden Week, em outubro. Enquanto isso, os solicitantes são aconselhados a iniciar a busca por documentos com antecedência e consultar profissionais qualificados em vistos.
Fonte: r/Chinavisa
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