
O feriado de Nossa Senhora Aparecida é tradicionalmente um dos feriados prolongados com maior movimento para o turismo doméstico e viagens de negócios com lazer (“bleisure”) no Brasil. Em um alerta divulgado às 10h26, horário de Brasília, no dia 12 de outubro, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) colocou quase todas as regiões do país sob alerta amarelo ou laranja para condições climáticas severas, prevendo linhas de tempestades, trovoadas e chuvas torrenciais. As chuvas mais intensas devem ocorrer nas regiões oeste de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e na metade norte do Rio Grande do Sul, mas tempestades isoladas também são esperadas em São Paulo, Rio de Janeiro e Triângulo Mineiro.
O boletim do INMET coincide com o pico do tráfego de saída das grandes áreas metropolitanas, enquanto os brasileiros aproveitam o feriado de três dias. Operadores aeroportuários informaram à Agência Brasil que ativaram planos de contingência, incluindo equipes extras de prontidão, equipamentos remotos de degelo nos terminais do sul e maior coordenação com os centros de controle operacional das companhias aéreas. Os aeroportos de São Paulo-Congonhas (CGH) e Rio de Janeiro-Santos Dumont (SDU) – ambos localizados no centro das cidades e com pistas curtas – são considerados especialmente vulneráveis a arremetidas por cisalhamento de vento e desvios por teto baixo. As companhias aéreas pedem que os passageiros acompanhem os aplicativos e alertas por SMS para mudanças de portão ou cancelamentos de última hora.
O transporte terrestre enfrenta desafios semelhantes. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recomendou que os motoristas evitem o horário de retorno no final da tarde de segunda-feira nas rodovias BR-101 e Via Dutra, quando as chuvas convectivas podem reduzir a visibilidade para menos de 500 metros e causar trânsito em regime de para e anda. Operadoras de ônibus de longa distância ajustaram horários de alguns serviços noturnos saindo do Rio de Janeiro e Belo Horizonte para manter os motoristas dentro dos limites regulamentares de jornada em caso de atrasos.
Para os gestores de mobilidade, o alerta traz várias questões práticas. Empresas com técnicos de campo e equipes de vendas em trânsito estão revisando protocolos de cuidado, garantindo que os viajantes tenham reservas em hotéis em cidades secundárias caso sejam obrigados a pernoitar devido a desvios. Transportadoras também monitoram de perto os corredores do sul; qualquer enchente na BR-290 próximo a Uruguaiana (principal ponto de passagem de caminhões entre Argentina e Brasil) pode causar congestionamento nos portos de Rio Grande e Santos no decorrer da semana.
Embora a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) ainda não tenha emitido uma diretriz formal de operação irregular (IROPS), as companhias aéreas continuam obrigadas pela Resolução 400, que exige reacomodação ou reembolso após quatro horas de atraso. Dada a extensão do sistema meteorológico, especialistas esperam um aumento significativo nas mudanças voluntárias de passagens, o que pode sobrecarregar ainda mais os atendimentos nos call centers. Os viajantes são orientados a utilizar canais de autoatendimento sempre que possível para evitar longos tempos de espera.
O boletim do INMET coincide com o pico do tráfego de saída das grandes áreas metropolitanas, enquanto os brasileiros aproveitam o feriado de três dias. Operadores aeroportuários informaram à Agência Brasil que ativaram planos de contingência, incluindo equipes extras de prontidão, equipamentos remotos de degelo nos terminais do sul e maior coordenação com os centros de controle operacional das companhias aéreas. Os aeroportos de São Paulo-Congonhas (CGH) e Rio de Janeiro-Santos Dumont (SDU) – ambos localizados no centro das cidades e com pistas curtas – são considerados especialmente vulneráveis a arremetidas por cisalhamento de vento e desvios por teto baixo. As companhias aéreas pedem que os passageiros acompanhem os aplicativos e alertas por SMS para mudanças de portão ou cancelamentos de última hora.
O transporte terrestre enfrenta desafios semelhantes. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recomendou que os motoristas evitem o horário de retorno no final da tarde de segunda-feira nas rodovias BR-101 e Via Dutra, quando as chuvas convectivas podem reduzir a visibilidade para menos de 500 metros e causar trânsito em regime de para e anda. Operadoras de ônibus de longa distância ajustaram horários de alguns serviços noturnos saindo do Rio de Janeiro e Belo Horizonte para manter os motoristas dentro dos limites regulamentares de jornada em caso de atrasos.
Para os gestores de mobilidade, o alerta traz várias questões práticas. Empresas com técnicos de campo e equipes de vendas em trânsito estão revisando protocolos de cuidado, garantindo que os viajantes tenham reservas em hotéis em cidades secundárias caso sejam obrigados a pernoitar devido a desvios. Transportadoras também monitoram de perto os corredores do sul; qualquer enchente na BR-290 próximo a Uruguaiana (principal ponto de passagem de caminhões entre Argentina e Brasil) pode causar congestionamento nos portos de Rio Grande e Santos no decorrer da semana.
Embora a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) ainda não tenha emitido uma diretriz formal de operação irregular (IROPS), as companhias aéreas continuam obrigadas pela Resolução 400, que exige reacomodação ou reembolso após quatro horas de atraso. Dada a extensão do sistema meteorológico, especialistas esperam um aumento significativo nas mudanças voluntárias de passagens, o que pode sobrecarregar ainda mais os atendimentos nos call centers. Os viajantes são orientados a utilizar canais de autoatendimento sempre que possível para evitar longos tempos de espera.
Fonte: Agência Brasil
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