
Forças de segurança em Belém reforçaram os controles no perímetro do local da COP30 após protestos de indígenas e ativistas pelo clima que invadiram brevemente a Zona Azul em 11 de novembro, obrigando os guardas da ONU a pedir reforços. Relatórios de campo do Adept Traveler, divulgados no final de 13 de novembro, detalham novas camadas de bloqueios policiais e militares nas principais vias de acesso — avenidas Nazaré, José Malcher e Almirante Barroso — além de inspeções mais rigorosas de crachás e bolsas nas entradas do Parque da Cidade. Delegados agora são orientados a acrescentar de 60 a 90 minutos nas viagens entre hotéis do centro e o Aeroporto Val-de-Cans (BEL).
Essa intensificação soma-se ao Plano de Mobilidade da COP30 já previsto pelo Brasil, que limita veículos particulares, direciona táxis a zonas específicas de desembarque e reserva quinze linhas de ônibus shuttle 24 horas para participantes credenciados até 22 de novembro. No espaço aéreo, o COMAE (Comando de Controle do Espaço Aéreo) mantém autoridade para impor atrasos ou desvios de última hora na FIR da Amazônia, embora os voos comerciais regulares sigam operando.
Viajantes a negócios — especialmente executivos de sustentabilidade e ONGs presentes nos dias intermediários de negociações — enfrentam dificuldades práticas: os ônibus dos hotéis têm ficado presos no trânsito por até duas horas no pico da noite, e várias consultorias de risco de viagem elevaram o nível de alerta para Belém de “baixo” para “moderado”, citando crimes oportunistas nas proximidades das manifestações.
Os organizadores do evento estão respondendo com a abertura de portões adicionais para pedestres e a extensão do horário da Zona Azul para distribuir melhor as chegadas. Algumas empresas estão transferindo reuniões para São Paulo ou Brasília para evitar transtornos, reforçando a importância do acesso terrestre confiável como critério fundamental para o sucesso de megaeventos.
Para as equipes de mobilidade global, as ações imediatas são comunicar os novos tempos de transferência, lembrar os viajantes de portar documento com foto e crachá da COP o tempo todo, e verificar se as apólices de seguro viagem cobrem atrasos causados por distúrbios civis. Empregadores com aeronaves fretadas devem reconfirmar slots no BEL e garantir que os operadores tenham combustível reserva para eventuais esperas em voo.
Essa intensificação soma-se ao Plano de Mobilidade da COP30 já previsto pelo Brasil, que limita veículos particulares, direciona táxis a zonas específicas de desembarque e reserva quinze linhas de ônibus shuttle 24 horas para participantes credenciados até 22 de novembro. No espaço aéreo, o COMAE (Comando de Controle do Espaço Aéreo) mantém autoridade para impor atrasos ou desvios de última hora na FIR da Amazônia, embora os voos comerciais regulares sigam operando.
Viajantes a negócios — especialmente executivos de sustentabilidade e ONGs presentes nos dias intermediários de negociações — enfrentam dificuldades práticas: os ônibus dos hotéis têm ficado presos no trânsito por até duas horas no pico da noite, e várias consultorias de risco de viagem elevaram o nível de alerta para Belém de “baixo” para “moderado”, citando crimes oportunistas nas proximidades das manifestações.
Os organizadores do evento estão respondendo com a abertura de portões adicionais para pedestres e a extensão do horário da Zona Azul para distribuir melhor as chegadas. Algumas empresas estão transferindo reuniões para São Paulo ou Brasília para evitar transtornos, reforçando a importância do acesso terrestre confiável como critério fundamental para o sucesso de megaeventos.
Para as equipes de mobilidade global, as ações imediatas são comunicar os novos tempos de transferência, lembrar os viajantes de portar documento com foto e crachá da COP o tempo todo, e verificar se as apólices de seguro viagem cobrem atrasos causados por distúrbios civis. Empregadores com aeronaves fretadas devem reconfirmar slots no BEL e garantir que os operadores tenham combustível reserva para eventuais esperas em voo.
Fonte: The Adept Traveler