
O Departamento de Assuntos Internos da Austrália emitiu um alerta sobre um golpe sofisticado envolvendo telefonemas e e-mails, no qual golpistas se passam por altos funcionários de imigração e exigem pagamentos para “agilizar” processos de visto. O comunicado oficial, publicado às 11h42 AEDT em 4 de dezembro de 2025, reforça que agentes verdadeiros nunca solicitam taxas adicionais fora do portal ImmiAccount.
Modo de operação – As vítimas relatam receber chamadas de números falsificados do central telefônica de Canberra e e-mails bem redigidos com o brasão do departamento. Os golpistas usam referências reais de processos obtidas em grupos de redes sociais e pedem valores entre A$1.500 e A$7.000, a serem pagos via criptomoedas ou serviços de remessa de terceiros. Após a transferência, o contato é cortado e os documentos pessoais dos solicitantes ficam vulneráveis a roubo de identidade.
Escala da ameaça – Associações de agentes de migração informam que pelo menos 200 clientes denunciaram casos nas últimas duas semanas, com aumento significativo entre solicitantes das subclasses 500 (estudantes) e 482 (Escassez Temporária de Habilidades) no Sudeste Asiático. A unidade de crimes cibernéticos da Polícia Federal Australiana já iniciou uma investigação.
Impacto para empresas – Equipes de RH que gerenciam casos de funcionários transferidos podem enfrentar atrasos caros se documentos falsificados ou notificações de concessão alteradas forem submetidos inadvertidamente. Empregadores são orientados a realizar verificações independentes pelo VEVO e lembrar os candidatos que todos os pedidos legítimos de pagamento são processados exclusivamente pela plataforma online segura do governo.
Recomendações – O Departamento de Assuntos Internos aconselha desligar chamadas não solicitadas, confirmar qualquer e-mail pelo centro de contato oficial e denunciar incidentes ao Scamwatch. Quem tiver fornecido dados de passaporte deve registrar um Relatório de Fraude Documental e monitorar seus relatórios de crédito para detectar atividades suspeitas.
Modo de operação – As vítimas relatam receber chamadas de números falsificados do central telefônica de Canberra e e-mails bem redigidos com o brasão do departamento. Os golpistas usam referências reais de processos obtidas em grupos de redes sociais e pedem valores entre A$1.500 e A$7.000, a serem pagos via criptomoedas ou serviços de remessa de terceiros. Após a transferência, o contato é cortado e os documentos pessoais dos solicitantes ficam vulneráveis a roubo de identidade.
Escala da ameaça – Associações de agentes de migração informam que pelo menos 200 clientes denunciaram casos nas últimas duas semanas, com aumento significativo entre solicitantes das subclasses 500 (estudantes) e 482 (Escassez Temporária de Habilidades) no Sudeste Asiático. A unidade de crimes cibernéticos da Polícia Federal Australiana já iniciou uma investigação.
Impacto para empresas – Equipes de RH que gerenciam casos de funcionários transferidos podem enfrentar atrasos caros se documentos falsificados ou notificações de concessão alteradas forem submetidos inadvertidamente. Empregadores são orientados a realizar verificações independentes pelo VEVO e lembrar os candidatos que todos os pedidos legítimos de pagamento são processados exclusivamente pela plataforma online segura do governo.
Recomendações – O Departamento de Assuntos Internos aconselha desligar chamadas não solicitadas, confirmar qualquer e-mail pelo centro de contato oficial e denunciar incidentes ao Scamwatch. Quem tiver fornecido dados de passaporte deve registrar um Relatório de Fraude Documental e monitorar seus relatórios de crédito para detectar atividades suspeitas.
Como a VisaHQ pode ajudar
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