
Viajantes que planejam viagens de inverno de Bangladesh para a Espanha ou para a Área Schengen enfrentam um obstáculo inesperado: a Embaixada da Espanha em Daca suspendeu todos os agendamentos e submissões de vistos Schengen até, pelo menos, 17 de dezembro de 2025. Um aviso publicado no site da embaixada em 6 de dezembro cita “razões operacionais” e informa que os últimos pedidos foram aceitos em 26 de novembro. Solicitantes com necessidades humanitárias urgentes ou de reunificação familiar podem enviar e-mail à seção consular, mas vistos para turismo, estudo e negócios estão suspensos.
Fontes consulares atribuem a situação a uma combinação de falta de pessoal, atualizações no sistema de entrada/saída da UE (EES) e um aumento sazonal de pedidos devido ao início do ano letivo na Espanha em janeiro. Nos últimos dois anos, o posto em Daca processou cerca de 18 mil vistos Schengen por ano – número pequeno para os padrões da UE, mas crucial para os marinheiros bengaleses que embarcam em navios com bandeira espanhola e para o crescente mercado de estudantes que saem do país.
Para empresas multinacionais, a paralisação atrapalha cronogramas de troca de tripulação e tarefas técnicas de última hora. Agências marítimas com navios atracados em Algeciras e Las Palmas relatam dificuldades para encontrar tripulação substituta nas Filipinas e Indonésia. Universidades pediram aos estudantes bengaleses de mestrado que iniciem as aulas online caso o atraso na chegada em janeiro se confirme.
A embaixada afirma que espera retomar os agendamentos “após 17 de dezembro”, mas nenhuma data exata foi confirmada. A empresa de facilitação de vistos BLS International, que gerencia os centros de solicitação de visto da Espanha em Daca e Chattogram, suspendeu novas reservas e mantém os solicitantes pagos em lista de espera. Consultores recomendam que viajantes com compromissos em feiras comerciais ou início de projetos no começo de janeiro busquem o consulado espanhol mais próximo com capacidade – Nova Délhi ou Kuala Lumpur – embora essa alternativa aumente custos e a complexidade de vistos de trânsito.
Bangladesh é o segundo maior parceiro comercial da Espanha no Sul da Ásia, impulsionado pela cadeia produtiva têxtil. A suspensão da embaixada evidencia como problemas em um único posto podem afetar programas de mobilidade corporativa e reforça a importância de planos de contingência para rotas críticas.
Fontes consulares atribuem a situação a uma combinação de falta de pessoal, atualizações no sistema de entrada/saída da UE (EES) e um aumento sazonal de pedidos devido ao início do ano letivo na Espanha em janeiro. Nos últimos dois anos, o posto em Daca processou cerca de 18 mil vistos Schengen por ano – número pequeno para os padrões da UE, mas crucial para os marinheiros bengaleses que embarcam em navios com bandeira espanhola e para o crescente mercado de estudantes que saem do país.
Para empresas multinacionais, a paralisação atrapalha cronogramas de troca de tripulação e tarefas técnicas de última hora. Agências marítimas com navios atracados em Algeciras e Las Palmas relatam dificuldades para encontrar tripulação substituta nas Filipinas e Indonésia. Universidades pediram aos estudantes bengaleses de mestrado que iniciem as aulas online caso o atraso na chegada em janeiro se confirme.
A embaixada afirma que espera retomar os agendamentos “após 17 de dezembro”, mas nenhuma data exata foi confirmada. A empresa de facilitação de vistos BLS International, que gerencia os centros de solicitação de visto da Espanha em Daca e Chattogram, suspendeu novas reservas e mantém os solicitantes pagos em lista de espera. Consultores recomendam que viajantes com compromissos em feiras comerciais ou início de projetos no começo de janeiro busquem o consulado espanhol mais próximo com capacidade – Nova Délhi ou Kuala Lumpur – embora essa alternativa aumente custos e a complexidade de vistos de trânsito.
Bangladesh é o segundo maior parceiro comercial da Espanha no Sul da Ásia, impulsionado pela cadeia produtiva têxtil. A suspensão da embaixada evidencia como problemas em um único posto podem afetar programas de mobilidade corporativa e reforça a importância de planos de contingência para rotas críticas.