
Viajantes em todo o Brasil enfrentaram uma onda de 336 atrasos e 30 cancelamentos em 9 de dezembro, segundo dados em tempo real compilados por analistas de aviação e reportados pelo Travel & Tour World. O aeroporto de São Paulo-Congonhas foi o mais afetado (152 atrasos, 24 cancelamentos), enquanto Guarulhos e Rio de Janeiro-Galeão registraram juntos 184 movimentações interrompidas. As companhias aéreas domésticas GOL e LATAM foram as mais impactadas, embora operadoras internacionais como American Airlines e Copa também tenham relatado problemas de programação em cascata.
A causa imediata: uma tempestade perfeita de tempestades de início de verão sobre o corredor Sudeste, falta de tripulação devido às novas regras de fadiga e atrasos acumulados na manutenção de aeronaves, decorrentes de uma greve de fornecedores em outubro.
Para os programas de mobilidade corporativa, o problema operacional é significativo. O encerramento de projetos no fim do ano geralmente gera um aumento nos deslocamentos internos no Brasil, e conexões domésticas perdidas podem atrasar o registro legal dos colaboradores — especialmente em cidades onde as vagas para atendimento na Polícia Federal já são escassas. Alguns empregadores ativaram políticas de contingência, incluindo hospedagem noturna e remarcação em ônibus intermunicipais, mas isso aumenta custos e a complexidade do dever de cuidado.
Olhando para o futuro, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) solicitou às companhias aéreas que apresentem cronogramas de contingência atualizados até 20 de dezembro, quando o tráfego de fim de ano atinge o pico. Gestores de mobilidade devem monitorar os status dos voos e incluir margens extras nos itinerários, especialmente para colaboradores com compromissos imigratórios sensíveis ao tempo. É altamente recomendada a contratação de seguro viagem que cubra penalidades por conexões perdidas.
A causa imediata: uma tempestade perfeita de tempestades de início de verão sobre o corredor Sudeste, falta de tripulação devido às novas regras de fadiga e atrasos acumulados na manutenção de aeronaves, decorrentes de uma greve de fornecedores em outubro.
Para os programas de mobilidade corporativa, o problema operacional é significativo. O encerramento de projetos no fim do ano geralmente gera um aumento nos deslocamentos internos no Brasil, e conexões domésticas perdidas podem atrasar o registro legal dos colaboradores — especialmente em cidades onde as vagas para atendimento na Polícia Federal já são escassas. Alguns empregadores ativaram políticas de contingência, incluindo hospedagem noturna e remarcação em ônibus intermunicipais, mas isso aumenta custos e a complexidade do dever de cuidado.
Olhando para o futuro, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) solicitou às companhias aéreas que apresentem cronogramas de contingência atualizados até 20 de dezembro, quando o tráfego de fim de ano atinge o pico. Gestores de mobilidade devem monitorar os status dos voos e incluir margens extras nos itinerários, especialmente para colaboradores com compromissos imigratórios sensíveis ao tempo. É altamente recomendada a contratação de seguro viagem que cubra penalidades por conexões perdidas.
Fonte: Travel & Tour World
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