
A Alta Comissão Britânica em Nairobi emitiu um aviso confirmando que os viajantes que atualmente podem entrar no Reino Unido sem visto — incluindo a maioria dos portadores de passaporte queniano em trânsito ou visita de até seis meses — deverão obter uma Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) a partir de 25 de fevereiro de 2026. O comunicado, publicado em 29 de dezembro, faz parte do plano do Ministério do Interior para digitalizar as fronteiras e segue requisitos já implementados para nacionais do Golfo e da Jordânia.
A ETA custará 2.785 KES (£16) e poderá ser solicitada por meio de um aplicativo móvel ou pelo portal gov.uk. As solicitações devem ser aprovadas automaticamente em poucos minutos, mas a embaixada recomenda um prazo de até três dias úteis para eventuais verificações adicionais. Crianças também precisarão de sua própria ETA, embora um adulto possa enviar pedidos para toda a família. Viajantes sem a autorização digital terão o embarque negado.
A mudança não afeta cidadãos britânicos ou irlandeses, nem aqueles que já possuem visto ou permissão de residência no Reino Unido. No entanto, exige que empresas quenianas, operadores turísticos e equipes de RH integrem a verificação da ETA nos processos de viagem. As companhias aéreas que operam para o Reino Unido deverão atualizar seus sistemas para validar a ETA no check-in, e os responsáveis pela assistência aos viajantes devem prever tempo extra para usuários de primeira viagem que ainda não conhecem o aplicativo.
Para os gestores de mobilidade, a principal vantagem será a agilização na passagem pela fronteira quando o sistema estiver totalmente implementado, mas, a curto prazo, a curva de aprendizado pode causar perda de voos e aumento nas chamadas de suporte. Recomenda-se a realização de treinamentos, guias práticos e a adoção antecipada, especialmente para viajantes frequentes que viajam a Londres a negócios com pouca antecedência.
A ETA custará 2.785 KES (£16) e poderá ser solicitada por meio de um aplicativo móvel ou pelo portal gov.uk. As solicitações devem ser aprovadas automaticamente em poucos minutos, mas a embaixada recomenda um prazo de até três dias úteis para eventuais verificações adicionais. Crianças também precisarão de sua própria ETA, embora um adulto possa enviar pedidos para toda a família. Viajantes sem a autorização digital terão o embarque negado.
A mudança não afeta cidadãos britânicos ou irlandeses, nem aqueles que já possuem visto ou permissão de residência no Reino Unido. No entanto, exige que empresas quenianas, operadores turísticos e equipes de RH integrem a verificação da ETA nos processos de viagem. As companhias aéreas que operam para o Reino Unido deverão atualizar seus sistemas para validar a ETA no check-in, e os responsáveis pela assistência aos viajantes devem prever tempo extra para usuários de primeira viagem que ainda não conhecem o aplicativo.
Para os gestores de mobilidade, a principal vantagem será a agilização na passagem pela fronteira quando o sistema estiver totalmente implementado, mas, a curto prazo, a curva de aprendizado pode causar perda de voos e aumento nas chamadas de suporte. Recomenda-se a realização de treinamentos, guias práticos e a adoção antecipada, especialmente para viajantes frequentes que viajam a Londres a negócios com pouca antecedência.
Fonte: The Kenya Times
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