
A última atualização do Home Office sobre as “chegadas em pequenas embarcações”, divulgada no final de 27 de dezembro, revela que 803 pessoas cruzaram o Canal da Mancha em 13 botes no dia 20 de dezembro — o maior total registrado em um único dia de dezembro desde o início dos registros em 2018. Esse aumento eleva o número de chegadas em 2025 para quase 41.500.
Embora as questões de refugiados possam parecer distantes do universo das viagens corporativas, todo pico na migração irregular desencadeia auditorias mais rigorosas sobre o direito ao trabalho e verificações de proprietários, aumentando a burocracia para migrantes legais e seus patrocinadores. Os empregadores já registraram um aumento de 15% nas inspeções surpresa em Dover e no Eurotúnel neste mês. Empresas de logística relatam maiores tempos de espera devido à realocação de recursos da Força de Fronteira.
O Home Office defende que remoções mais rápidas, sob novos tratados (incluindo os acordos desta semana entre Angola e Namíbia), vão desestimular as travessias, mas ativistas afirmam que as rotas seguras continuam escassas. De qualquer forma, as empresas precisam garantir que os registros de imigração dos funcionários estejam impecáveis: qualquer divergência pode resultar em multas civis de até £60.000 por trabalhador e na perda das licenças de patrocinador.
Medidas práticas incluem agendar auditorias simuladas, atualizar os arquivos de RH para refletir a transição para eVisa e orientar os funcionários sobre a exigência da Autorização Eletrônica de Viagem, que entrará em vigor para nacionais sem visto a partir de 2 de abril de 2025.
Embora as questões de refugiados possam parecer distantes do universo das viagens corporativas, todo pico na migração irregular desencadeia auditorias mais rigorosas sobre o direito ao trabalho e verificações de proprietários, aumentando a burocracia para migrantes legais e seus patrocinadores. Os empregadores já registraram um aumento de 15% nas inspeções surpresa em Dover e no Eurotúnel neste mês. Empresas de logística relatam maiores tempos de espera devido à realocação de recursos da Força de Fronteira.
O Home Office defende que remoções mais rápidas, sob novos tratados (incluindo os acordos desta semana entre Angola e Namíbia), vão desestimular as travessias, mas ativistas afirmam que as rotas seguras continuam escassas. De qualquer forma, as empresas precisam garantir que os registros de imigração dos funcionários estejam impecáveis: qualquer divergência pode resultar em multas civis de até £60.000 por trabalhador e na perda das licenças de patrocinador.
Medidas práticas incluem agendar auditorias simuladas, atualizar os arquivos de RH para refletir a transição para eVisa e orientar os funcionários sobre a exigência da Autorização Eletrônica de Viagem, que entrará em vigor para nacionais sem visto a partir de 2 de abril de 2025.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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