
A Polícia Federal do Brasil (PF) encerrou 2025 com uma operação intensiva de duas semanas no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, concluída em 31 de dezembro. Durante a ação, foram presos 26 indivíduos – 13 foragidos procurados e 13 suspeitos de transporte de drogas – e apreendidos quase 100 quilos de cocaína e outros entorpecentes escondidos em malas com fundo falso e encomendas de courier. Investigadores também apreenderam diversos passaportes brasileiros e estrangeiros que haviam sido adulterados ou obtidos de forma fraudulenta.
A blitz foi realizada durante o pico das viagens de fim de ano, período em que traficantes costumam tentar se misturar ao grande fluxo de passageiros. Equipes forenses da PF utilizaram scanners portáteis de raio-X e cães farejadores em áreas de triagem secundária próximas aos portões de embarque internacional. Segundo porta-vozes da PF, a maioria dos suspeitos presos tinha como destino final hubs europeus, com Espanha e Portugal liderando a lista.
Além da apreensão de drogas, os agentes de fronteira destacaram que a operação evidenciou novos protocolos de compartilhamento de dados entre a PF, equipes de segurança das companhias aéreas e o sistema de imigração brasileiro (Sisfron). O uso em tempo real do API (Informações Antecipadas de Passageiros) permitiu que os agentes identificassem foragidos que haviam recentemente removido tornozeleiras eletrônicas – uma tática crescente entre redes de crime organizado que buscam sair do país clandestinamente.
Para empresas multinacionais, a operação serve como alerta de que o aumento da segurança pode resultar em tempos maiores para o processo de embarque. Gestores de mobilidade devem orientar seus colaboradores que partem do Brasil nesta semana a chegarem ao GRU com pelo menos três horas de antecedência para voos internacionais e garantir que as bagagens estejam preparadas para inspeções aleatórias. Empresas que transportam amostras de alto valor ou equipamentos eletrônicos devem revisar os procedimentos de cadeia de custódia para o caso de as remessas serem selecionadas para inspeção.
Autoridades da PF informaram que operações semelhantes estão previstas para o Carnaval de fevereiro nos aeroportos do Rio de Janeiro/Galeão e Salvador. Programas corporativos de viagem devem acompanhar os canais oficiais da PF e manter flexibilidade nos cronogramas, especialmente para funcionários com conexões apertadas ou que transportem materiais sensíveis.
A blitz foi realizada durante o pico das viagens de fim de ano, período em que traficantes costumam tentar se misturar ao grande fluxo de passageiros. Equipes forenses da PF utilizaram scanners portáteis de raio-X e cães farejadores em áreas de triagem secundária próximas aos portões de embarque internacional. Segundo porta-vozes da PF, a maioria dos suspeitos presos tinha como destino final hubs europeus, com Espanha e Portugal liderando a lista.
Além da apreensão de drogas, os agentes de fronteira destacaram que a operação evidenciou novos protocolos de compartilhamento de dados entre a PF, equipes de segurança das companhias aéreas e o sistema de imigração brasileiro (Sisfron). O uso em tempo real do API (Informações Antecipadas de Passageiros) permitiu que os agentes identificassem foragidos que haviam recentemente removido tornozeleiras eletrônicas – uma tática crescente entre redes de crime organizado que buscam sair do país clandestinamente.
Para empresas multinacionais, a operação serve como alerta de que o aumento da segurança pode resultar em tempos maiores para o processo de embarque. Gestores de mobilidade devem orientar seus colaboradores que partem do Brasil nesta semana a chegarem ao GRU com pelo menos três horas de antecedência para voos internacionais e garantir que as bagagens estejam preparadas para inspeções aleatórias. Empresas que transportam amostras de alto valor ou equipamentos eletrônicos devem revisar os procedimentos de cadeia de custódia para o caso de as remessas serem selecionadas para inspeção.
Autoridades da PF informaram que operações semelhantes estão previstas para o Carnaval de fevereiro nos aeroportos do Rio de Janeiro/Galeão e Salvador. Programas corporativos de viagem devem acompanhar os canais oficiais da PF e manter flexibilidade nos cronogramas, especialmente para funcionários com conexões apertadas ou que transportem materiais sensíveis.
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