
Uma forte chuva de verão nas primeiras horas do dia 30 de dezembro alagou dois pátios remotos de aeronaves no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (GRU), o maior hub do Brasil. As equipes de solo tiveram que reorganizar as portas de embarque de última hora, enquanto as companhias aéreas corriam para rebocar as aeronaves estacionadas para longe da água que subia. Ao mesmo tempo, o provedor de serviços de navegação aérea (DECEA) reportou uma inesperada falta de controladores no turno da noite, o que desencadeou medidas de controle de fluxo e uma reprogramação em cascata dos slots durante o pico da manhã. Às 10h, os painéis do aeroporto indicavam 90 partidas atrasadas e 11 cancelamentos. As operadoras domésticas LATAM Brasil e Azul foram as mais afetadas, mas as parceiras de voos internacionais American Airlines, Iberia e TAP Air Portugal também relataram atrasos consequentes após suas aeronaves chegarem fora do horário previsto para o turnaround.
A interrupção ocorreu no auge da saída de férias no Brasil, com gestores de viagens corporativas correndo para reorganizar os deslocamentos de executivos que seguiriam para reuniões de Ano Novo em Miami, Madri e Lisboa. As agências de gestão de viagens (TMCs) registraram um aumento nas reservas de hotéis de última hora nas proximidades do GRU, enquanto tripulações e passageiros aguardavam os voos remarcados. Como dezembro e janeiro correspondem à temporada de chuvas no Sudeste brasileiro, as companhias aéreas já operam com menos folga em seus cronogramas; a falta de pessoal agravou a volatilidade habitual causada pelo clima.
O operador do aeroporto, GRU Airport, informou que mobilizou ônibus extras e escadas portáteis para facilitar o deslocamento entre terminais e aeronaves estacionadas remotamente. Ainda assim, a concentração nos pontos de segurança e imigração aumentou o tempo de processamento para mais de 90 minutos durante o pico da manhã. Empresas multinacionais com bases em São Paulo orientaram suas equipes móveis a monitorar os aplicativos das companhias aéreas e a considerar pelo menos quatro horas de intervalo entre voos de conexão.
Do ponto de vista da gestão de riscos, o episódio evidencia a fragilidade das operações em alta temporada numa região sujeita a tempestades severas. Empresas com viagens frequentes ao Brasil podem considerar incluir cláusulas de interrupção por condições climáticas em contratos com fornecedores, pré-aprovar rotas alternativas flexíveis via Rio de Janeiro (GIG) ou Campinas (VCP) e manter uma lista de fornecedores locais de transporte terrestre de prontidão. As companhias aéreas, por sua vez, enfrentam nova pressão para ajustar os níveis de pessoal no DECEA e entre os agentes de handling contratados antes do pico do Carnaval, no início de fevereiro.
Para o futuro, o GRU Airport anunciou que vai acelerar as melhorias no sistema de drenagem dos pátios remotos e incentivar as companhias aéreas a compartilhar dashboards de pessoal em tempo real com o centro integrado de operações do aeroporto. As equipes de mobilidade corporativa devem ficar atentas a novos avisos e considerar incluir dias de folga extra em torno das viagens críticas de janeiro.
A interrupção ocorreu no auge da saída de férias no Brasil, com gestores de viagens corporativas correndo para reorganizar os deslocamentos de executivos que seguiriam para reuniões de Ano Novo em Miami, Madri e Lisboa. As agências de gestão de viagens (TMCs) registraram um aumento nas reservas de hotéis de última hora nas proximidades do GRU, enquanto tripulações e passageiros aguardavam os voos remarcados. Como dezembro e janeiro correspondem à temporada de chuvas no Sudeste brasileiro, as companhias aéreas já operam com menos folga em seus cronogramas; a falta de pessoal agravou a volatilidade habitual causada pelo clima.
O operador do aeroporto, GRU Airport, informou que mobilizou ônibus extras e escadas portáteis para facilitar o deslocamento entre terminais e aeronaves estacionadas remotamente. Ainda assim, a concentração nos pontos de segurança e imigração aumentou o tempo de processamento para mais de 90 minutos durante o pico da manhã. Empresas multinacionais com bases em São Paulo orientaram suas equipes móveis a monitorar os aplicativos das companhias aéreas e a considerar pelo menos quatro horas de intervalo entre voos de conexão.
Do ponto de vista da gestão de riscos, o episódio evidencia a fragilidade das operações em alta temporada numa região sujeita a tempestades severas. Empresas com viagens frequentes ao Brasil podem considerar incluir cláusulas de interrupção por condições climáticas em contratos com fornecedores, pré-aprovar rotas alternativas flexíveis via Rio de Janeiro (GIG) ou Campinas (VCP) e manter uma lista de fornecedores locais de transporte terrestre de prontidão. As companhias aéreas, por sua vez, enfrentam nova pressão para ajustar os níveis de pessoal no DECEA e entre os agentes de handling contratados antes do pico do Carnaval, no início de fevereiro.
Para o futuro, o GRU Airport anunciou que vai acelerar as melhorias no sistema de drenagem dos pátios remotos e incentivar as companhias aéreas a compartilhar dashboards de pessoal em tempo real com o centro integrado de operações do aeroporto. As equipes de mobilidade corporativa devem ficar atentas a novos avisos e considerar incluir dias de folga extra em torno das viagens críticas de janeiro.
Fonte: VisaHQ Global Mobility News
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