
A lista anual de “destinos para viajar” do Times of India destaca oito países que agora oferecem entrada sem visto ou visto na chegada para portadores de passaporte indiano — uma ótima notícia para viajantes de lazer e negócios que planejam seus roteiros para 2026. A Malásia lidera a lista após estender o período de isenção de visto para 30 dias até dezembro de 2026, desde que os viajantes preencham um cartão digital de chegada. Os vizinhos Maldivas e Sri Lanka mantêm estadias generosas de 30 e 60 dias, respectivamente, enquanto Maurício, Cazaquistão, Filipinas, Seychelles e Hong Kong completam a lista.
O que há de novo? Cazaquistão e Filipinas formalizaram recentemente as isenções para estadias curtas, e o Registro Prévio de Chegada de Hong Kong foi simplificado para um formulário móvel de dois minutos. Para empresas, a ampliação da rede de destinos com menos exigências de visto reduz o tempo de planejamento para eventos externos e visitas a clientes, diminuindo custos administrativos relacionados a cartas-convite e comprovantes bancários.
No entanto, os gestores de mobilidade ainda precisam acompanhar requisitos secundários: a Malásia exige validade mínima de seis meses no passaporte e o cartão digital de chegada, enquanto Seychelles pede comprovante de hospedagem e passagem de retorno. Os viajantes também devem portar seguro de viagem, já que várias ilhas exigem cobertura obrigatória.
Operadoras de turismo indianas já registram aumento nas reservas para o feriado prolongado de fevereiro, refletindo a demanda reprimida após dois anos de capacidade limitada para viagens internacionais. Companhias aéreas como Vistara e AirAsia India anunciaram voos extras para Kuala Lumpur e Malé para aproveitar esse crescimento.
Para equipes de RH, esses regimes sem visto abrem oportunidades para combinar lazer com viagens de negócios regionais, promovendo o bem-estar dos funcionários sem perder a conformidade. As empresas, porém, devem atualizar suas políticas de viagem para deixar claro que a entrada sem visto não autoriza automaticamente trabalho remunerado ou atendimento a clientes no local fora das atividades permitidas para visitantes de negócios.
O que há de novo? Cazaquistão e Filipinas formalizaram recentemente as isenções para estadias curtas, e o Registro Prévio de Chegada de Hong Kong foi simplificado para um formulário móvel de dois minutos. Para empresas, a ampliação da rede de destinos com menos exigências de visto reduz o tempo de planejamento para eventos externos e visitas a clientes, diminuindo custos administrativos relacionados a cartas-convite e comprovantes bancários.
No entanto, os gestores de mobilidade ainda precisam acompanhar requisitos secundários: a Malásia exige validade mínima de seis meses no passaporte e o cartão digital de chegada, enquanto Seychelles pede comprovante de hospedagem e passagem de retorno. Os viajantes também devem portar seguro de viagem, já que várias ilhas exigem cobertura obrigatória.
Operadoras de turismo indianas já registram aumento nas reservas para o feriado prolongado de fevereiro, refletindo a demanda reprimida após dois anos de capacidade limitada para viagens internacionais. Companhias aéreas como Vistara e AirAsia India anunciaram voos extras para Kuala Lumpur e Malé para aproveitar esse crescimento.
Para equipes de RH, esses regimes sem visto abrem oportunidades para combinar lazer com viagens de negócios regionais, promovendo o bem-estar dos funcionários sem perder a conformidade. As empresas, porém, devem atualizar suas políticas de viagem para deixar claro que a entrada sem visto não autoriza automaticamente trabalho remunerado ou atendimento a clientes no local fora das atividades permitidas para visitantes de negócios.
Fonte: The Times of India
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