
A Embaixada dos EUA na Índia divulgou um vídeo animado orientando os futuros viajantes com visto B1/B2 sobre o que podem — e o que não podem — fazer durante a estadia nos Estados Unidos. O vídeo, lançado em 9 de janeiro, alerta os solicitantes para lerem atentamente as condições do visto, em meio a uma intensificação no combate a violações de imigração durante o segundo mandato da administração Trump. (timesofindia.indiatimes.com)
Principais pontos: visitantes a negócios (B1) podem participar de reuniões, negociar contratos e fazer treinamentos curtos, mas não podem receber remuneração local; portadores de visto de turismo (B2) devem evitar empregos remunerados e estudos de longa duração. A embaixada alertou que o uso indevido pode resultar em cancelamento do visto, deportação acelerada nos pontos de entrada e proibições por vários anos.
O momento é relevante. Desde 15 de dezembro, os consulados dos EUA na Índia passaram a exigir análise obrigatória das redes sociais para a maioria dos vistos de não-imigrante, o que atrasou os agendamentos em cerca de 30%. Advogados de imigração relatam que os oficiais consulares têm feito perguntas específicas sobre trabalho remoto, freelances e honorários por palestras em conferências.
Para empresas indianas, o alerta implica uma triagem interna mais rigorosa dos roteiros dos funcionários. Gestores de viagens devem emitir cartas escritas com a “declaração de propósito”, limitar a duração da estadia e manter comprovantes de pagamento salarial na Índia. É fundamental que participantes de feiras comerciais tenham reservas de voo de retorno e confirmações de hotel.
Analistas acreditam que a mensagem também prepara o terreno para possíveis inspeções na chegada feitas pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA. As empresas são aconselhadas a orientar seus funcionários sobre os protocolos de inspeção secundária e garantir que todas as apresentações ou laptops levados estejam alinhados com o propósito declarado da visita.
Principais pontos: visitantes a negócios (B1) podem participar de reuniões, negociar contratos e fazer treinamentos curtos, mas não podem receber remuneração local; portadores de visto de turismo (B2) devem evitar empregos remunerados e estudos de longa duração. A embaixada alertou que o uso indevido pode resultar em cancelamento do visto, deportação acelerada nos pontos de entrada e proibições por vários anos.
O momento é relevante. Desde 15 de dezembro, os consulados dos EUA na Índia passaram a exigir análise obrigatória das redes sociais para a maioria dos vistos de não-imigrante, o que atrasou os agendamentos em cerca de 30%. Advogados de imigração relatam que os oficiais consulares têm feito perguntas específicas sobre trabalho remoto, freelances e honorários por palestras em conferências.
Para empresas indianas, o alerta implica uma triagem interna mais rigorosa dos roteiros dos funcionários. Gestores de viagens devem emitir cartas escritas com a “declaração de propósito”, limitar a duração da estadia e manter comprovantes de pagamento salarial na Índia. É fundamental que participantes de feiras comerciais tenham reservas de voo de retorno e confirmações de hotel.
Analistas acreditam que a mensagem também prepara o terreno para possíveis inspeções na chegada feitas pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA. As empresas são aconselhadas a orientar seus funcionários sobre os protocolos de inspeção secundária e garantir que todas as apresentações ou laptops levados estejam alinhados com o propósito declarado da visita.
Fonte: The Times of India