
A administração interina de Bangladesh ordenou em 8 de janeiro que sua Alta Comissão em Nova Délhi e os consulados em Calcutá e Agartala suspendessem a maior parte do processamento de vistos para residentes indianos, gerando preocupação imediata entre agentes de viagens que movimentam técnicos e comerciantes pela fronteira terrestre. O assessor de assuntos exteriores, M. Touhid Hossain, afirmou à imprensa que a suspensão é temporária, mas necessária após uma série de ataques violentos contra comunidades minoritárias em Bangladesh, que provocaram protestos em frente às missões diplomáticas.
Vistos de negócios, trabalho e médicos continuam isentos, mas todos os pedidos de vistos turísticos e para visitas familiares estão suspensos. A medida ocorre em um momento delicado para empresas que tentam rotacionar funcionários antes do fechamento das fábricas no Ramadã — especialmente no setor de confecção, onde inspetores de casas de compra indianas cruzam a fronteira quinzenalmente.
Diplomatas em Daca afirmam que a decisão também reflete a insatisfação com o novo programa de fiança para vistos dos EUA, que agora inclui viajantes de Bangladesh; Daca espera usar a solidariedade regional para pressionar Washington a reverter a medida. A Índia, por sua vez, pediu que Bangladesh proteja as minorias e restabeleça rapidamente as operações consulares normais.
Empresas de gestão de viagens recomendam que as corporações realizem reuniões online ou encaminhem funcionários pelo sistema de e-Visa na chegada, ainda ativo em Daca, embora isso implique taxas mais altas e reservas antecipadas de hotel. Empresas de transporte rodoviário transfronteiriço não são afetadas, pois os cartões de motorista estão sob um acordo bilateral separado.
Caso a suspensão se estenda por mais de duas semanas, advogados de imigração preveem um acúmulo de pelo menos 15 mil pedidos, o que pode empurrar as primeiras vagas disponíveis para março.
Vistos de negócios, trabalho e médicos continuam isentos, mas todos os pedidos de vistos turísticos e para visitas familiares estão suspensos. A medida ocorre em um momento delicado para empresas que tentam rotacionar funcionários antes do fechamento das fábricas no Ramadã — especialmente no setor de confecção, onde inspetores de casas de compra indianas cruzam a fronteira quinzenalmente.
Diplomatas em Daca afirmam que a decisão também reflete a insatisfação com o novo programa de fiança para vistos dos EUA, que agora inclui viajantes de Bangladesh; Daca espera usar a solidariedade regional para pressionar Washington a reverter a medida. A Índia, por sua vez, pediu que Bangladesh proteja as minorias e restabeleça rapidamente as operações consulares normais.
Empresas de gestão de viagens recomendam que as corporações realizem reuniões online ou encaminhem funcionários pelo sistema de e-Visa na chegada, ainda ativo em Daca, embora isso implique taxas mais altas e reservas antecipadas de hotel. Empresas de transporte rodoviário transfronteiriço não são afetadas, pois os cartões de motorista estão sob um acordo bilateral separado.
Caso a suspensão se estenda por mais de duas semanas, advogados de imigração preveem um acúmulo de pelo menos 15 mil pedidos, o que pode empurrar as primeiras vagas disponíveis para março.
Fonte: The Times of India
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