
A Oficina de Asilo e Refúgio (OAR) processou 160.951 casos de proteção internacional em 2025, um aumento de 67% em relação ao ano anterior e o maior volume desde a criação do órgão em 1992, anunciou o Ministério do Interior em 16 de janeiro. A Espanha agora ocupa o terceiro lugar na UE em decisões de asilo, atrás da Alemanha e da França. (lamoncloa.gob.es)
O número de pedidos também se manteve alto — 144.396 novas solicitações — impulsionado principalmente por venezuelanos, que apresentaram 85.413 pedidos (59% do total). Mali ficou em segundo lugar, com 16.004. O status de refugiado foi concedido a 7.838 pessoas (alta de 23%), enquanto outras 10.103 receberam proteção subsidiária e 57.334 — em sua maioria venezuelanos — obtiveram autorizações de residência humanitária. A taxa geral de proteção atingiu 46,8%. (lamoncloa.gob.es)
Madrid concentrou 30% de todos os pedidos, seguida por Andaluzia e Catalunha. As autoridades atribuem o aumento da produtividade a uma forte campanha de contratações financiada pelo Fundo de Recuperação da UE e à implementação de uma ferramenta de triagem baseada em IA que pré-seleciona casos de baixa complexidade. ONGs elogiaram a maior rapidez no processamento, mas alertam que a capacidade de acolhimento ainda está sobrecarregada, especialmente nos centros de trânsito das Ilhas Canárias.
Impacto na mobilidade empresarial: solicitantes de asilo não podem obter autorizações de trabalho padrão nos primeiros seis meses na Espanha, mas após esse período podem ser empregados. Empresas que enfrentam escassez aguda de mão de obra — especialmente nos setores agrícola, logístico e de hospitalidade — devem acompanhar possíveis reformas que possam reduzir esse “período de espera”. Os dados também evidenciam a dependência contínua da Espanha em vistos humanitários para gerir fluxos migratórios mistos, oferecendo uma alternativa legal que reduz entradas irregulares.
Pontos de atenção: equipes de mobilidade global que transferem funcionários de países de alto risco (ex.: Venezuela, Mali) devem prever prazos maiores para checagens de antecedentes e processos de visto; autoridades de imigração estão realocando pessoal para a OAR, o que pode desacelerar outros departamentos de permissões de residência no primeiro trimestre de 2026.
O número de pedidos também se manteve alto — 144.396 novas solicitações — impulsionado principalmente por venezuelanos, que apresentaram 85.413 pedidos (59% do total). Mali ficou em segundo lugar, com 16.004. O status de refugiado foi concedido a 7.838 pessoas (alta de 23%), enquanto outras 10.103 receberam proteção subsidiária e 57.334 — em sua maioria venezuelanos — obtiveram autorizações de residência humanitária. A taxa geral de proteção atingiu 46,8%. (lamoncloa.gob.es)
Madrid concentrou 30% de todos os pedidos, seguida por Andaluzia e Catalunha. As autoridades atribuem o aumento da produtividade a uma forte campanha de contratações financiada pelo Fundo de Recuperação da UE e à implementação de uma ferramenta de triagem baseada em IA que pré-seleciona casos de baixa complexidade. ONGs elogiaram a maior rapidez no processamento, mas alertam que a capacidade de acolhimento ainda está sobrecarregada, especialmente nos centros de trânsito das Ilhas Canárias.
Impacto na mobilidade empresarial: solicitantes de asilo não podem obter autorizações de trabalho padrão nos primeiros seis meses na Espanha, mas após esse período podem ser empregados. Empresas que enfrentam escassez aguda de mão de obra — especialmente nos setores agrícola, logístico e de hospitalidade — devem acompanhar possíveis reformas que possam reduzir esse “período de espera”. Os dados também evidenciam a dependência contínua da Espanha em vistos humanitários para gerir fluxos migratórios mistos, oferecendo uma alternativa legal que reduz entradas irregulares.
Pontos de atenção: equipes de mobilidade global que transferem funcionários de países de alto risco (ex.: Venezuela, Mali) devem prever prazos maiores para checagens de antecedentes e processos de visto; autoridades de imigração estão realocando pessoal para a OAR, o que pode desacelerar outros departamentos de permissões de residência no primeiro trimestre de 2026.