
Rajadas fortes e chuvas intensas no oeste de Chipre forçaram o voo FR 3133 da Ryanair, vindo de Londres Stansted, a desistir da aproximação em Paphos no dia 22 de janeiro, pousando a 130 quilômetros de distância, no Aeroporto Internacional de Larnaca. O Boeing 737 aterrissou com segurança às 14h, horário local; os passageiros foram posteriormente transportados de ônibus de volta a Paphos.
O desvio evidencia a vulnerabilidade dos aeroportos costeiros de Chipre — especialmente Paphos, que possui uma única pista perpendicular aos ventos predominantes do inverno — a mudanças climáticas repentinas. A Hermes Airports, operadora privada dos dois aeroportos, afirmou que os protocolos de contingência funcionaram conforme o planejado, mas recomendou que as companhias aéreas mantenham reservas extras de combustível durante o atual ciclo de tempestades.
Para os viajantes a negócios, o incidente serve como alerta para incluir folgas nas agendas de reuniões e acompanhar os NOTAMs e atualizações do Met Office ao planejar rotas via Chipre durante a temporada de baixa pressão entre janeiro e fevereiro. Empresas de gestão de viagens relatam aumento nas reservas de hotéis de última hora em Larnaca nesta semana, enquanto as companhias aéreas reposicionam suas tripulações.
Empresas de logística que transportam produtos perecíveis pelo terminal de carga de Paphos também devem ter planos de desvio. Autoridades alfandegárias confirmaram que liberações temporárias emitidas em Larnaca serão aceitas em Paphos em até 24 horas, minimizando interrupções na cadeia de suprimentos.
Meteorologistas preveem que o sistema de baixa pressão permaneça sobre o Mediterrâneo Oriental até domingo, trazendo riscos adicionais de cisalhamento do vento e possíveis atrasos em ambos os aeroportos.
O desvio evidencia a vulnerabilidade dos aeroportos costeiros de Chipre — especialmente Paphos, que possui uma única pista perpendicular aos ventos predominantes do inverno — a mudanças climáticas repentinas. A Hermes Airports, operadora privada dos dois aeroportos, afirmou que os protocolos de contingência funcionaram conforme o planejado, mas recomendou que as companhias aéreas mantenham reservas extras de combustível durante o atual ciclo de tempestades.
Para os viajantes a negócios, o incidente serve como alerta para incluir folgas nas agendas de reuniões e acompanhar os NOTAMs e atualizações do Met Office ao planejar rotas via Chipre durante a temporada de baixa pressão entre janeiro e fevereiro. Empresas de gestão de viagens relatam aumento nas reservas de hotéis de última hora em Larnaca nesta semana, enquanto as companhias aéreas reposicionam suas tripulações.
Empresas de logística que transportam produtos perecíveis pelo terminal de carga de Paphos também devem ter planos de desvio. Autoridades alfandegárias confirmaram que liberações temporárias emitidas em Larnaca serão aceitas em Paphos em até 24 horas, minimizando interrupções na cadeia de suprimentos.
Meteorologistas preveem que o sistema de baixa pressão permaneça sobre o Mediterrâneo Oriental até domingo, trazendo riscos adicionais de cisalhamento do vento e possíveis atrasos em ambos os aeroportos.
Fonte: Cyprus Mail
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