
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou em 25 de janeiro de 2026 que assumiu a responsabilidade pela embaixada e interesses consulares do México no Peru, atuando como “potência protetora” após Lima romper relações diplomáticas com o México em novembro de 2025. A ruptura ocorreu após o México conceder asilo à ex-primeira-ministra peruana Betssy Chávez, condenada a mais de 11 anos de prisão por acusações de rebelião.
De acordo com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, uma potência protetora de terceiro país assume a proteção das instalações, arquivos e interesses dos cidadãos quando duas nações cortam laços. Diplomatas brasileiros passaram a administrar o prédio da chancelaria mexicana, a residência do chefe da missão e os arquivos consulares em Lima; a bandeira do México foi substituída pela do Brasil. Embora o México já tenha retirado seus diplomatas, espera-se que os serviços consulares básicos para cidadãos mexicanos — como renovação de passaportes e emissão de documentos de viagem emergenciais — sejam retomados sob a gestão brasileira em até duas semanas.
Para gestores de mobilidade, o acordo é fundamental: mais de 2.000 expatriados mexicanos trabalham em projetos de mineração e infraestrutura no Peru e dependem do apoio da embaixada para autenticação de documentos, legalizações e assistência em crises. Autoridades brasileiras informaram que o pessoal consular já presente em Lima dará conta da demanda extra, e uma linha direta em espanhol está sendo criada.
O episódio também evidencia o crescente peso diplomático do Brasil na América Latina. Atuar como intermediário neutro ajuda a manter a estabilidade consular e protege as cadeias regionais de suprimentos, já que a alfândega peruana frequentemente exige legalizações consulares para permissões de trabalho e manifestos de carga. Empresas devem atualizar seus protocolos de contato emergencial para refletir o novo arranjo de potência protetora e orientar seus funcionários em viagem.
De acordo com a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, uma potência protetora de terceiro país assume a proteção das instalações, arquivos e interesses dos cidadãos quando duas nações cortam laços. Diplomatas brasileiros passaram a administrar o prédio da chancelaria mexicana, a residência do chefe da missão e os arquivos consulares em Lima; a bandeira do México foi substituída pela do Brasil. Embora o México já tenha retirado seus diplomatas, espera-se que os serviços consulares básicos para cidadãos mexicanos — como renovação de passaportes e emissão de documentos de viagem emergenciais — sejam retomados sob a gestão brasileira em até duas semanas.
Para gestores de mobilidade, o acordo é fundamental: mais de 2.000 expatriados mexicanos trabalham em projetos de mineração e infraestrutura no Peru e dependem do apoio da embaixada para autenticação de documentos, legalizações e assistência em crises. Autoridades brasileiras informaram que o pessoal consular já presente em Lima dará conta da demanda extra, e uma linha direta em espanhol está sendo criada.
O episódio também evidencia o crescente peso diplomático do Brasil na América Latina. Atuar como intermediário neutro ajuda a manter a estabilidade consular e protege as cadeias regionais de suprimentos, já que a alfândega peruana frequentemente exige legalizações consulares para permissões de trabalho e manifestos de carga. Empresas devem atualizar seus protocolos de contato emergencial para refletir o novo arranjo de potência protetora e orientar seus funcionários em viagem.
Fonte: Associated Press