
Ao discursar no Dáil em 5 de fevereiro, o Ministro de Estado dos Negócios Estrangeiros, Neale Richmond, confirmou que 65 cidadãos irlandeses buscaram assistência consular em casos de deportação no ano passado, um aumento em relação a apenas 15 em 2024 — um crescimento de 330%. Já foi registrado um novo caso em 2026.
Os números incluem tanto cidadãos que foram efetivamente removidos dos EUA quanto aqueles detidos pelo Immigration and Customs Enforcement (ICE) enquanto aguardam a deportação. O deputado trabalhista Duncan Smith pediu ao Governo que solicite um detalhamento completo ao Departamento de Segurança Interna dos EUA, argumentando que muitos detidos desconhecem que podem solicitar ajuda consular irlandesa.
Esse aumento reacendeu o debate sobre os riscos legais enfrentados pelos cerca de 150 mil irlandeses indocumentados na América e a necessidade de uma melhor divulgação por meio das nove missões diplomáticas da Irlanda e dos centros comunitários parceiros. Oficiais consulares destacam que as estatísticas refletem apenas os casos em que o indivíduo ou a família entra em contato proativamente; o número real pode ser maior.
Para empregadores multinacionais que transferem funcionários irlandeses para os EUA, esses dados servem como alerta para garantir o cumprimento das regras de visto e oferecer orientações claras sobre como manter o status legal, especialmente quando os funcionários mudam de função ou local. Escritórios de advocacia relatam aumento nos pedidos de comprovação (Requests for Evidence) e auditorias nos programas H-1B e L-1, indicando uma fiscalização mais rigorosa.
O Departamento de Negócios Estrangeiros afirma manter um “diálogo aberto e franco” com as autoridades americanas, mas não se comprometeu a publicar dados anonimizados sobre detenções. Grupos de defesa pedem uma campanha informativa nos principais centros do GAA em Boston, Chicago e São Francisco antes das viagens do Dia de São Patrício.
Os números incluem tanto cidadãos que foram efetivamente removidos dos EUA quanto aqueles detidos pelo Immigration and Customs Enforcement (ICE) enquanto aguardam a deportação. O deputado trabalhista Duncan Smith pediu ao Governo que solicite um detalhamento completo ao Departamento de Segurança Interna dos EUA, argumentando que muitos detidos desconhecem que podem solicitar ajuda consular irlandesa.
Esse aumento reacendeu o debate sobre os riscos legais enfrentados pelos cerca de 150 mil irlandeses indocumentados na América e a necessidade de uma melhor divulgação por meio das nove missões diplomáticas da Irlanda e dos centros comunitários parceiros. Oficiais consulares destacam que as estatísticas refletem apenas os casos em que o indivíduo ou a família entra em contato proativamente; o número real pode ser maior.
Para empregadores multinacionais que transferem funcionários irlandeses para os EUA, esses dados servem como alerta para garantir o cumprimento das regras de visto e oferecer orientações claras sobre como manter o status legal, especialmente quando os funcionários mudam de função ou local. Escritórios de advocacia relatam aumento nos pedidos de comprovação (Requests for Evidence) e auditorias nos programas H-1B e L-1, indicando uma fiscalização mais rigorosa.
O Departamento de Negócios Estrangeiros afirma manter um “diálogo aberto e franco” com as autoridades americanas, mas não se comprometeu a publicar dados anonimizados sobre detenções. Grupos de defesa pedem uma campanha informativa nos principais centros do GAA em Boston, Chicago e São Francisco antes das viagens do Dia de São Patrício.
Fonte: The Irish Times
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