
Contas recém-divulgadas revelam que a TUI Holidays Ireland Ltd registou uma perda antes de impostos de €2,96 milhões no ano até setembro de 2025, apesar de um aumento de 8,5% no número de passageiros, que chegou a 179.000. Em resposta, o operador turístico retirou as duas aeronaves que anteriormente operava no Aeroporto de Dublin — capacidade fornecida através de um contrato de wet-lease — e passará a cobrir os programas de pacotes turísticos para a Irlanda com aviões de transportadoras externas da sua rede europeia.
A TUI afirma que esta medida elimina um custo fixo e “cria maior flexibilidade” num momento de pressão nos preços e fatores de ocupação voláteis. A empresa garante que todas as reservas existentes serão mantidas, mas a alocação de assentos e os horários podem sofrer alterações, à medida que a equipa de gestão de receitas ajusta a frota entre vários mercados de origem.
Esta decisão é relevante para os planejadores de mobilidade por dois motivos. Primeiro, grupos corporativos que utilizam assentos charter da TUI para resorts de conferências no Mediterrâneo podem enfrentar alterações nos horários ou no tipo de aeronave, exigindo atualizações nas orientações de duty of care e noites de hotel de contingência. Segundo, a redução das aeronaves baseadas localmente aperta ligeiramente a capacidade total no pico do verão a partir de Dublin, o que pode elevar as tarifas de última hora nos serviços regulares concorrentes.
Os documentos da TUI também evidenciam margens muito reduzidas no mercado irlandês de viagens de saída: o lucro bruto caiu de €9,9 milhões para €1,8 milhão, mesmo com um ligeiro aumento da receita. A empresa-mãe no Reino Unido/Alemanha continua a registar grande parte do lucro centralmente, mas os analistas afirmam que os resultados irlandeses mostram como as flutuações cambiais e os custos dos contratos hoteleiros estão a pressionar os operadores.
Os compradores de viagens devem esperar que a TUI dependa mais da tecnologia de pacotes dinâmicos e do compartilhamento de frota transfronteiriço, em vez de contar com capacidade dedicada na Irlanda, no verão de 2026 e nos anos seguintes.
A TUI afirma que esta medida elimina um custo fixo e “cria maior flexibilidade” num momento de pressão nos preços e fatores de ocupação voláteis. A empresa garante que todas as reservas existentes serão mantidas, mas a alocação de assentos e os horários podem sofrer alterações, à medida que a equipa de gestão de receitas ajusta a frota entre vários mercados de origem.
Esta decisão é relevante para os planejadores de mobilidade por dois motivos. Primeiro, grupos corporativos que utilizam assentos charter da TUI para resorts de conferências no Mediterrâneo podem enfrentar alterações nos horários ou no tipo de aeronave, exigindo atualizações nas orientações de duty of care e noites de hotel de contingência. Segundo, a redução das aeronaves baseadas localmente aperta ligeiramente a capacidade total no pico do verão a partir de Dublin, o que pode elevar as tarifas de última hora nos serviços regulares concorrentes.
Os documentos da TUI também evidenciam margens muito reduzidas no mercado irlandês de viagens de saída: o lucro bruto caiu de €9,9 milhões para €1,8 milhão, mesmo com um ligeiro aumento da receita. A empresa-mãe no Reino Unido/Alemanha continua a registar grande parte do lucro centralmente, mas os analistas afirmam que os resultados irlandeses mostram como as flutuações cambiais e os custos dos contratos hoteleiros estão a pressionar os operadores.
Os compradores de viagens devem esperar que a TUI dependa mais da tecnologia de pacotes dinâmicos e do compartilhamento de frota transfronteiriço, em vez de contar com capacidade dedicada na Irlanda, no verão de 2026 e nos anos seguintes.
Fonte: The Irish Times
Como a VisaHQ pode ajudar
A VisaHQ simplifica o processo de solicitação de visto para pessoas e empresas. Confira os requisitos de viagem atuais, prepare os documentos necessários e gerencie sua solicitação on-line pelo portal da VisaHQ para Irlanda.Mais de Irlanda
Ver tudo
UE lança concurso principal de carreiras AD5; Irlanda inicia campanha de apoio para aumentar a representatividade
Chefe da DAA, Kenny Jacobs, renuncia após acordo de €480 mil, encerrando crise na liderança do Aeroporto de Dublin