
Falando à margem da cúpula do G20 na África do Sul, o Taoiseach Micheál Martin confirmou que a próxima legislação sobre imigração permitirá que as autoridades considerem o histórico de recebimento de benefícios sociais dos candidatos ao avaliar a elegibilidade para a cidadania irlandesa. Refugiados que tenham recebido determinados benefícios dentro de um período específico poderão enfrentar prazos de espera mais longos — potencialmente cinco anos em vez dos atuais três — antes de poderem se naturalizar. (theliberal.ie)
O pacote de reformas, elaborado pelo Ministro da Justiça Jim O’Callaghan, também propõe regras mais rigorosas para o patrocínio de reunificação familiar e uma nova análise das dívidas devidas ao Estado. As medidas devem ser apresentadas ao Gabinete esta semana e são apresentadas como um alinhamento da Irlanda com as políticas que estão sendo implementadas no Reino Unido e em outros países da UE. (theliberal.ie)
Para os empregadores, a mudança introduz um novo fator de risco para trabalhadores destacados a longo prazo que possam depender de benefícios trabalhistas ou familiares. As equipes de RH devem revisar as reivindicações de benefícios dos funcionários e fornecer orientações claras sobre como certos pagamentos — como auxílio infantil, apoio habitacional ou subsídio para desempregados — podem atrasar a naturalização. As empresas também podem precisar reajustar os incentivos para retenção de funcionários que valorizam a possibilidade de obter um passaporte irlandês.
Consultores jurídicos afirmam que as reformas ainda devem respeitar os princípios de livre circulação da UE e as convenções internacionais, mas grupos empresariais esperam um apoio público mais amplo, dado o contínuo receio em relação à habitação e aos orçamentos de assistência social. A proposta de lei deve ser aprovada com emendas antes do recesso de verão, dando às multinacionais uma janela curta para informar os funcionários afetados.
O pacote de reformas, elaborado pelo Ministro da Justiça Jim O’Callaghan, também propõe regras mais rigorosas para o patrocínio de reunificação familiar e uma nova análise das dívidas devidas ao Estado. As medidas devem ser apresentadas ao Gabinete esta semana e são apresentadas como um alinhamento da Irlanda com as políticas que estão sendo implementadas no Reino Unido e em outros países da UE. (theliberal.ie)
Para os empregadores, a mudança introduz um novo fator de risco para trabalhadores destacados a longo prazo que possam depender de benefícios trabalhistas ou familiares. As equipes de RH devem revisar as reivindicações de benefícios dos funcionários e fornecer orientações claras sobre como certos pagamentos — como auxílio infantil, apoio habitacional ou subsídio para desempregados — podem atrasar a naturalização. As empresas também podem precisar reajustar os incentivos para retenção de funcionários que valorizam a possibilidade de obter um passaporte irlandês.
Consultores jurídicos afirmam que as reformas ainda devem respeitar os princípios de livre circulação da UE e as convenções internacionais, mas grupos empresariais esperam um apoio público mais amplo, dado o contínuo receio em relação à habitação e aos orçamentos de assistência social. A proposta de lei deve ser aprovada com emendas antes do recesso de verão, dando às multinacionais uma janela curta para informar os funcionários afetados.
Fonte: TheLiberal.ie