
A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA realizará, pela primeira vez, entrevistas presenciais do programa Global Entry fora da América do Norte, promovendo um evento de “inscrição móvel” em Sydney de 23 a 27 de fevereiro. Segundo reportagem do Executive Traveller, ainda restam cerca de 280 vagas para entrevistas no Hyatt Regency Sydney, e os agendamentos estão se esgotando rapidamente.
Esse projeto-piloto significa que executivos australianos que já receberam aprovação condicional não precisarão mais voar para os Estados Unidos — nem tentar uma entrevista de Inscrição na Chegada — para finalizar a adesão ao programa. Uma vez aprovados, os viajantes terão processamento imigratório acelerado em mais de sessenta aeroportos americanos, além de elegibilidade automática para o TSA PreCheck em voos domésticos, economizando minutos preciosos em conexões apertadas.
Autoridades da CBP afirmam que eventos móveis permitem avaliar a demanda em países parceiros sem os custos de um centro de inscrição permanente. Se for bem-sucedido, eventos semelhantes podem ocorrer em Melbourne, Auckland ou Singapura, ampliando ainda mais o fluxo de viajantes confiáveis. Para empresas americanas com operações na Ásia-Pacífico, o acesso facilitado ao Global Entry promete reduzir excessos de permanência sob o programa de isenção de visto, reuniões perdidas e custos relacionados à responsabilidade corporativa devido a longas filas nos aeroportos.
Os candidatos devem levar passaporte, comprovante de residência e uma cópia da carta de aprovação condicional. Gestores de mobilidade devem alertar funcionários e clientes australianos para agendarem suas entrevistas imediatamente e garantir que os perfis de viagem da empresa incluam o PASSID de nove dígitos de cada viajante assim que a aprovação final for concedida.
A iniciativa está alinhada à estratégia mais ampla da CBP de exportar a triagem de viajantes confiáveis para o exterior, o que, segundo autoridades, reforça a segurança ao mesmo tempo que apoia o comércio e o turismo. Ainda assim, defensores da privacidade alertam que os dados biométricos coletados no exterior serão integrados aos mesmos bancos de dados americanos que já enfrentam processos judiciais por violações de direitos civis no país.
Esse projeto-piloto significa que executivos australianos que já receberam aprovação condicional não precisarão mais voar para os Estados Unidos — nem tentar uma entrevista de Inscrição na Chegada — para finalizar a adesão ao programa. Uma vez aprovados, os viajantes terão processamento imigratório acelerado em mais de sessenta aeroportos americanos, além de elegibilidade automática para o TSA PreCheck em voos domésticos, economizando minutos preciosos em conexões apertadas.
Autoridades da CBP afirmam que eventos móveis permitem avaliar a demanda em países parceiros sem os custos de um centro de inscrição permanente. Se for bem-sucedido, eventos semelhantes podem ocorrer em Melbourne, Auckland ou Singapura, ampliando ainda mais o fluxo de viajantes confiáveis. Para empresas americanas com operações na Ásia-Pacífico, o acesso facilitado ao Global Entry promete reduzir excessos de permanência sob o programa de isenção de visto, reuniões perdidas e custos relacionados à responsabilidade corporativa devido a longas filas nos aeroportos.
Os candidatos devem levar passaporte, comprovante de residência e uma cópia da carta de aprovação condicional. Gestores de mobilidade devem alertar funcionários e clientes australianos para agendarem suas entrevistas imediatamente e garantir que os perfis de viagem da empresa incluam o PASSID de nove dígitos de cada viajante assim que a aprovação final for concedida.
A iniciativa está alinhada à estratégia mais ampla da CBP de exportar a triagem de viajantes confiáveis para o exterior, o que, segundo autoridades, reforça a segurança ao mesmo tempo que apoia o comércio e o turismo. Ainda assim, defensores da privacidade alertam que os dados biométricos coletados no exterior serão integrados aos mesmos bancos de dados americanos que já enfrentam processos judiciais por violações de direitos civis no país.
Fonte: Executive Traveller
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