
O México reverteu discretamente uma das barreiras de entrada mais disruptivas da região durante a pandemia ao restaurar o visto eletrônico de visitante (e-Visa) para portadores de passaporte brasileiro. Um informe da Deloitte Legal, publicado em 20 de fevereiro de 2026, confirma que, desde 5 de fevereiro, brasileiros que chegam por via aérea podem novamente obter uma autorização online com código QR no mesmo dia, em vez de um visto em papel emitido por um consulado mexicano. A mudança reverte uma política de 2022 que obrigava turistas e viajantes de negócios de curta duração a agendar longas visitas presenciais, após o México suspender sua primeira tentativa de autorização eletrônica devido a preocupações com migração irregular.
As companhias aéreas agora devem escanear o código QR do e-Visa no check-in, enquanto chegadas por terra e mar — assim como viajantes com pedidos negados — ainda precisam obter o visto consular em formato adesivo. Vistos em papel já emitidos continuam válidos até a data de expiração impressa. Para empresas que gerenciam mobilidade dentro da América Latina, o retorno do e-Visa reduz significativamente os prazos. A Deloitte destaca que um visto consular pode levar até 20 dias para ser processado, enquanto a autorização digital geralmente é emitida no mesmo dia da solicitação.
Viajantes que possuem vistos válidos ou residência permanente no Canadá, Japão, Reino Unido, Estados Unidos ou Área Schengen continuam isentos. O Ministério do Turismo do México aposta na decisão para recuperar um mercado que já recebia 600 mil visitantes anuais. Redes hoteleiras em Quintana Roo já lançaram campanhas “sem visto novamente” e companhias aéreas negociam a retomada dos voos São Paulo-Cancún, suspensos durante o período do visto consular. Gestores de mobilidade devem atualizar imediatamente as políticas internas de viagem, garantir que os viajantes utilizem o portal oficial e lembrar que agentes de fronteira ainda podem solicitar comprovação de recursos financeiros e passagem de retorno.
As companhias aéreas agora devem escanear o código QR do e-Visa no check-in, enquanto chegadas por terra e mar — assim como viajantes com pedidos negados — ainda precisam obter o visto consular em formato adesivo. Vistos em papel já emitidos continuam válidos até a data de expiração impressa. Para empresas que gerenciam mobilidade dentro da América Latina, o retorno do e-Visa reduz significativamente os prazos. A Deloitte destaca que um visto consular pode levar até 20 dias para ser processado, enquanto a autorização digital geralmente é emitida no mesmo dia da solicitação.
Viajantes que possuem vistos válidos ou residência permanente no Canadá, Japão, Reino Unido, Estados Unidos ou Área Schengen continuam isentos. O Ministério do Turismo do México aposta na decisão para recuperar um mercado que já recebia 600 mil visitantes anuais. Redes hoteleiras em Quintana Roo já lançaram campanhas “sem visto novamente” e companhias aéreas negociam a retomada dos voos São Paulo-Cancún, suspensos durante o período do visto consular. Gestores de mobilidade devem atualizar imediatamente as políticas internas de viagem, garantir que os viajantes utilizem o portal oficial e lembrar que agentes de fronteira ainda podem solicitar comprovação de recursos financeiros e passagem de retorno.
Fonte: Deloitte Legal Flash 06/2026