
O Sistema de Entrada/Saída (EES) de alta tecnologia da União Europeia entrou em sua fase obrigatória, e a Suíça — um dos 29 países participantes do espaço Schengen e associados — está correndo para cumprir o prazo final de 10 de abril de 2026. Um relatório detalhado publicado em 20 de fevereiro pela revista especializada Travel and Tour World mostra como o sistema já está transformando a experiência nas fronteiras, de Madrid a Zurique.
Para a Suíça, a prioridade imediata é a fluidez. O Aeroporto de Zurique, que recebeu mais de 31 milhões de passageiros em 2025, está ampliando sua área de quiosques biométricos para estrangeiros de países terceiros e contratando 120 agentes adicionais de segurança de fronteira para evitar as filas de várias horas registradas na Espanha e na Grécia no início deste mês. O aeroporto de Basel-Mulhouse está testando corredores “express” para passageiros de cruzeiros que chegam de ônibus, enquanto Genebra instalou scanners portáteis de impressão digital para que os agentes possam sair das cabines e resolver manualmente os atrasos quando os portões automáticos travam.
Com o EES, todo visitante de países fora da UE/EFTA — incluindo viajantes de negócios britânicos, americanos e australianos — deve fazer um registro único de rosto e impressões digitais. Os dados são compartilhados em tempo real entre os 29 países, sinalizando instantaneamente quem ultrapassou o limite de 90 dias em 180 dias no espaço Schengen. A polícia suíça informa que o sistema já identificou 1.200 casos de permanência irregular desde outubro, muitos relacionados a trabalhos sazonais no setor de hospitalidade.
Os gestores de viagens corporativas na Suíça estão sendo orientados a informar seus funcionários sobre os procedimentos: usuários do EES pela primeira vez devem reservar até duas horas no controle de passaportes; cidadãos com dupla nacionalidade devem viajar com o passaporte da UE para evitar o registro; e portadores de visto de longa duração estão isentos, mas precisam portar comprovante de residência. As companhias aéreas que operam na Suíça atualizaram seus roteiros de check-in para lembrar que ter um cartão de embarque válido não garante a entrada caso o registro biométrico falhe.
Olhando para o futuro, as autoridades suíças veem o EES como a porta de entrada para uma fronteira totalmente digital. A partir do final de 2026, o ETIAS adicionará uma triagem prévia; e até 2028, espera-se integrar declarações aduaneiras e certificados de vacinação na mesma carteira digital. Para os viajantes, a mensagem é clara: a era do carimbo passivo no passaporte acabou — a porta de entrada da Suíça agora é um banco de dados em tempo real.
Para a Suíça, a prioridade imediata é a fluidez. O Aeroporto de Zurique, que recebeu mais de 31 milhões de passageiros em 2025, está ampliando sua área de quiosques biométricos para estrangeiros de países terceiros e contratando 120 agentes adicionais de segurança de fronteira para evitar as filas de várias horas registradas na Espanha e na Grécia no início deste mês. O aeroporto de Basel-Mulhouse está testando corredores “express” para passageiros de cruzeiros que chegam de ônibus, enquanto Genebra instalou scanners portáteis de impressão digital para que os agentes possam sair das cabines e resolver manualmente os atrasos quando os portões automáticos travam.
Com o EES, todo visitante de países fora da UE/EFTA — incluindo viajantes de negócios britânicos, americanos e australianos — deve fazer um registro único de rosto e impressões digitais. Os dados são compartilhados em tempo real entre os 29 países, sinalizando instantaneamente quem ultrapassou o limite de 90 dias em 180 dias no espaço Schengen. A polícia suíça informa que o sistema já identificou 1.200 casos de permanência irregular desde outubro, muitos relacionados a trabalhos sazonais no setor de hospitalidade.
Os gestores de viagens corporativas na Suíça estão sendo orientados a informar seus funcionários sobre os procedimentos: usuários do EES pela primeira vez devem reservar até duas horas no controle de passaportes; cidadãos com dupla nacionalidade devem viajar com o passaporte da UE para evitar o registro; e portadores de visto de longa duração estão isentos, mas precisam portar comprovante de residência. As companhias aéreas que operam na Suíça atualizaram seus roteiros de check-in para lembrar que ter um cartão de embarque válido não garante a entrada caso o registro biométrico falhe.
Olhando para o futuro, as autoridades suíças veem o EES como a porta de entrada para uma fronteira totalmente digital. A partir do final de 2026, o ETIAS adicionará uma triagem prévia; e até 2028, espera-se integrar declarações aduaneiras e certificados de vacinação na mesma carteira digital. Para os viajantes, a mensagem é clara: a era do carimbo passivo no passaporte acabou — a porta de entrada da Suíça agora é um banco de dados em tempo real.
Fonte: Travel and Tour World
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