
Respondendo à crescente instabilidade em partes do Oriente Médio, o Ministério das Relações Exteriores da Itália e a ITA Airways organizaram um voo especial de evacuação em 6 de março de 2026 para trazer de volta 165 cidadãos italianos presos em Omã, Arábia Saudita e países vizinhos. O Airbus A321neo partiu de Mascate às 13h44 CET, fez uma parada para reabastecimento no Cairo e pousou em Roma-Fiumicino pouco depois das 22h30, encerrando uma complexa operação envolvendo múltiplas agências, que combinou autorizações diplomáticas, slots aeroportuários e protocolos de segurança a bordo. O serviço ad hoc foi coordenado pela Unidade de Crise da Farnesina, destacando a crescente dependência da Itália em sua companhia aérea nacional para oferecer assistência consular de “última milha” quando a capacidade regular é reduzida.
Simultaneamente, a ITA Airways anunciou a retomada do serviço regular Roma–Riad — com uma parada provisória para reabastecimento no Cairo — oferecendo cinco frequências semanais, sujeitas a avaliações de segurança. Gestores de viagens corporativas devem observar que a rota opera atualmente sob um NOTAM que exige flexibilidade para desviar rotas em torno dos corredores aéreos restritos da Arábia Saudita. Para as equipes de mobilidade, o episódio reforça a importância de cláusulas de planejamento de crises nas políticas para expatriados italianos. Empresas com funcionários no Golfo foram orientadas a registrar suas equipes no portal “Dove Siamo Nel Mondo” do Ministério das Relações Exteriores e a adquirir passagens flexíveis que permitam desvio voluntário via Cairo ou Amã, caso a instabilidade comprometa os voos diretos.
A resposta da ITA também evidencia a parceria estratégica da companhia com o Grupo Lufthansa — que agora detém 41% da empresa — aproveitando uma frota jovem e eficiente em consumo de combustível, composta por aeronaves narrow-body que podem ser rapidamente realocadas. A operação serviu ainda como um teste ao vivo do novo formulário digital de localização de passageiros da companhia, desenvolvido para sincronizar com a Protezione Civile italiana, facilitando o rastreamento de contatos e o suporte às jornadas subsequentes.
Simultaneamente, a ITA Airways anunciou a retomada do serviço regular Roma–Riad — com uma parada provisória para reabastecimento no Cairo — oferecendo cinco frequências semanais, sujeitas a avaliações de segurança. Gestores de viagens corporativas devem observar que a rota opera atualmente sob um NOTAM que exige flexibilidade para desviar rotas em torno dos corredores aéreos restritos da Arábia Saudita. Para as equipes de mobilidade, o episódio reforça a importância de cláusulas de planejamento de crises nas políticas para expatriados italianos. Empresas com funcionários no Golfo foram orientadas a registrar suas equipes no portal “Dove Siamo Nel Mondo” do Ministério das Relações Exteriores e a adquirir passagens flexíveis que permitam desvio voluntário via Cairo ou Amã, caso a instabilidade comprometa os voos diretos.
A resposta da ITA também evidencia a parceria estratégica da companhia com o Grupo Lufthansa — que agora detém 41% da empresa — aproveitando uma frota jovem e eficiente em consumo de combustível, composta por aeronaves narrow-body que podem ser rapidamente realocadas. A operação serviu ainda como um teste ao vivo do novo formulário digital de localização de passageiros da companhia, desenvolvido para sincronizar com a Protezione Civile italiana, facilitando o rastreamento de contatos e o suporte às jornadas subsequentes.
Fonte: ITA Airways Press Note