
A revista Veja São Paulo informou em 4 de maio que o Corpus Christi, que neste ano cai na quinta-feira, 4 de junho, é classificado pelo calendário federal como ‘ponto facultativo’ e não como feriado nacional. Assim, cada estado e município brasileiro pode decidir se declara ou não feriado oficial; a cidade de São Paulo já confirmou folga na quinta-feira, com a sexta-feira sendo dia de compensação para os servidores públicos. Como muitas regiões seguem o exemplo da capital, companhias aéreas e de ônibus preveem um pico de viagens durante o feriado prolongado de quatro dias, semelhante ao da Páscoa. Reservas antecipadas monitoradas pela empresa de análise de viagens ForwardKeys mostram que as passagens domésticas para o período de 3 a 7 de junho estão 18% acima dos níveis de 2025, com os destinos de lazer Florianópolis e Fortaleza liderando as preferências. Redes hoteleiras relatam ocupação acima de 80%. Para os viajantes corporativos, o quase-feriado pode significar tarifas mais altas e menor disponibilidade de assentos em rotas importantes de negócios, como São Paulo–Brasília. Gestores de mobilidade devem alertar os colaboradores que chegam no início de junho, incluir tempo extra para conexões nos roteiros e garantir blocos de hotéis com antecedência. Chegadas internacionais também devem esperar filas maiores na imigração, já que o efetivo nos aeroportos costuma ser reduzido durante pontos facultativos. Empresas que operam plantas de processo contínuo precisam solicitar autorizações especiais ao Ministério do Trabalho caso exijam que funcionários trabalhem em 4 de junho em municípios que decretarem feriado integral. O descumprimento pode acarretar multas.
Fonte: Veja São Paulo