
Em resposta às preocupações de segurança em torno da cúpula dos líderes do G7, que ocorrerá de 15 a 17 de junho em Évian-les-Bains, o Conselho Federal Suíço autorizou controles temporários nas fronteiras internas ao longo da fronteira com a França, de 10 a 19 de junho de 2026. A medida, anunciada em 6 de maio, permite que a polícia cantonal e o Escritório Federal de Alfândega e Segurança das Fronteiras realizem verificações de identidade sem necessidade de suspeita e fechem pontos de passagem individuais, se necessário.
Embora a cúpula aconteça em solo francês, Genebra, Lausanne e a região do Lago de Genebra são locais tradicionais para manifestações. Encontros anteriores – especialmente o G8 de 2003 em Évian – registraram confrontos violentos e danos materiais. Por isso, as autoridades cantonais solicitaram ao governo federal poderes ampliados, argumentando que a alta concentração de organizações internacionais e missões diplomáticas aumenta o risco.
Segundo as regras de Schengen, os países membros podem reintroduzir controles fronteiriços apenas como último recurso diante de uma “ameaça grave à ordem pública”. A Suíça já utilizou essa cláusula anteriormente, mais recentemente durante a Euro 2024. Até 5.000 soldados suíços estarão em prontidão, atuando de forma subsidiária, seguindo o modelo de segurança usado no Campeonato Europeu Feminino da UEFA de 2024.
Para os trabalhadores transfronteiriços e serviços corporativos de transporte, o impacto será real: os viajantes devem considerar tempo extra e portar comprovantes de finalidade (crachás de trabalho, convites para reuniões). Empresas de logística que transportam mercadorias just-in-time por Vallorbe ou Bardonnex devem esperar inspeções pontuais e possíveis fechamentos de faixas. Os empregadores podem optar por emitir autorizações de viagem ou escalonar turnos para minimizar atrasos.
A decisão também testa as novas disposições do Código de Fronteira Schengen da Suíça, adotado no mesmo dia, que exigem relatórios detalhados à Comissão Europeia sobre a necessidade e proporcionalidade de quaisquer controles reintroduzidos. Profissionais da mobilidade devem acompanhar as avaliações pós-evento, que podem influenciar a rapidez com que futuros eventos de grande porte acionem medidas semelhantes.
Embora a cúpula aconteça em solo francês, Genebra, Lausanne e a região do Lago de Genebra são locais tradicionais para manifestações. Encontros anteriores – especialmente o G8 de 2003 em Évian – registraram confrontos violentos e danos materiais. Por isso, as autoridades cantonais solicitaram ao governo federal poderes ampliados, argumentando que a alta concentração de organizações internacionais e missões diplomáticas aumenta o risco.
Segundo as regras de Schengen, os países membros podem reintroduzir controles fronteiriços apenas como último recurso diante de uma “ameaça grave à ordem pública”. A Suíça já utilizou essa cláusula anteriormente, mais recentemente durante a Euro 2024. Até 5.000 soldados suíços estarão em prontidão, atuando de forma subsidiária, seguindo o modelo de segurança usado no Campeonato Europeu Feminino da UEFA de 2024.
Para os trabalhadores transfronteiriços e serviços corporativos de transporte, o impacto será real: os viajantes devem considerar tempo extra e portar comprovantes de finalidade (crachás de trabalho, convites para reuniões). Empresas de logística que transportam mercadorias just-in-time por Vallorbe ou Bardonnex devem esperar inspeções pontuais e possíveis fechamentos de faixas. Os empregadores podem optar por emitir autorizações de viagem ou escalonar turnos para minimizar atrasos.
A decisão também testa as novas disposições do Código de Fronteira Schengen da Suíça, adotado no mesmo dia, que exigem relatórios detalhados à Comissão Europeia sobre a necessidade e proporcionalidade de quaisquer controles reintroduzidos. Profissionais da mobilidade devem acompanhar as avaliações pós-evento, que podem influenciar a rapidez com que futuros eventos de grande porte acionem medidas semelhantes.
Fonte: Swiss Federal Council & SRF