
A recuperação do turismo em Hong Kong está ganhando ritmo. Segundo dados divulgados pelo Conselho de Turismo de Hong Kong (HKTB) em 16 de maio, a cidade registrou 18,52 milhões de visitantes entre janeiro e abril de 2026, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. A China continental continua sendo o principal mercado emissor, com 14,18 milhões de chegadas (alta de 18%), mas o fluxo de visitantes de mercados de longa distância e regionais também cresceu, subindo 8% para 4,34 milhões. Só em abril, foram 4,22 milhões de entradas, impulsionadas pelo retorno do Cathay/HSBC Hong Kong Sevens e por uma agenda cheia de eventos na primavera.
Essa trajetória de crescimento é importante para gestores de mobilidade e compradores de viagens corporativas. Os voos no Aeroporto Internacional de Hong Kong (HKIA) já operam com cerca de 85% da capacidade de 2019, e as companhias aéreas estão aumentando a frequência em rotas comerciais-chave, como Singapura, Tóquio e Londres. As tarifas médias diárias dos hotéis (ADR) subiram 12% desde janeiro, e as reservas de espaços para eventos na segunda metade do ano já atingem 70% dos níveis pré-Covid, segundo parceiros comerciais do HKTB.
Empresas que enviam colaboradores para o Delta do Rio das Pérolas estão novamente usando Hong Kong como base, beneficiadas pela melhoria na conectividade ferroviária de alta velocidade e pela próxima abertura da cota para a Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau. Analistas alertam que os gargalos no processamento de vistos para profissionais estrangeiros ainda persistem, com aprovações da Política Geral de Emprego (GEP) levando de três a quatro semanas. No entanto, o Programa Top Talent Pass Scheme (TTPS) continua atraindo profissionais de alta renda — mais de 29 mil aprovações até o final de abril, sendo que 22% chegaram nos últimos quatro meses.
O Conselho de Turismo planeja focar em viajantes premium com a nova campanha “Hong Kong em Uma Hora”, destacando as opções de transporte transfronteiriço sem complicações. Para as equipes globais de mobilidade, os números confirmam que a demanda por viagens de negócios e deslocamentos de colaboradores voltou, o que deve apertar a oferta de auxílios para moradia, vagas escolares e redes médicas ao longo de 2026. O planejamento antecipado — como reservar com antecedência vagas em apartamentos com serviços sem quarentena e garantir tarifas corporativas em hotéis — será novamente fundamental.
A recuperação também reforça a narrativa de Hong Kong como um centro internacional de negócios após anos desafiadores, fortalecendo a confiança da cidade como local para sedes regionais e polos de talentos.
Essa trajetória de crescimento é importante para gestores de mobilidade e compradores de viagens corporativas. Os voos no Aeroporto Internacional de Hong Kong (HKIA) já operam com cerca de 85% da capacidade de 2019, e as companhias aéreas estão aumentando a frequência em rotas comerciais-chave, como Singapura, Tóquio e Londres. As tarifas médias diárias dos hotéis (ADR) subiram 12% desde janeiro, e as reservas de espaços para eventos na segunda metade do ano já atingem 70% dos níveis pré-Covid, segundo parceiros comerciais do HKTB.
Empresas que enviam colaboradores para o Delta do Rio das Pérolas estão novamente usando Hong Kong como base, beneficiadas pela melhoria na conectividade ferroviária de alta velocidade e pela próxima abertura da cota para a Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau. Analistas alertam que os gargalos no processamento de vistos para profissionais estrangeiros ainda persistem, com aprovações da Política Geral de Emprego (GEP) levando de três a quatro semanas. No entanto, o Programa Top Talent Pass Scheme (TTPS) continua atraindo profissionais de alta renda — mais de 29 mil aprovações até o final de abril, sendo que 22% chegaram nos últimos quatro meses.
O Conselho de Turismo planeja focar em viajantes premium com a nova campanha “Hong Kong em Uma Hora”, destacando as opções de transporte transfronteiriço sem complicações. Para as equipes globais de mobilidade, os números confirmam que a demanda por viagens de negócios e deslocamentos de colaboradores voltou, o que deve apertar a oferta de auxílios para moradia, vagas escolares e redes médicas ao longo de 2026. O planejamento antecipado — como reservar com antecedência vagas em apartamentos com serviços sem quarentena e garantir tarifas corporativas em hotéis — será novamente fundamental.
A recuperação também reforça a narrativa de Hong Kong como um centro internacional de negócios após anos desafiadores, fortalecendo a confiança da cidade como local para sedes regionais e polos de talentos.
Fonte: Business Today (Malaysia)
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