
O Ministério do Interior e Administração da Polônia (MSWiA) ativou oficialmente a versão atualizada do banco de dados EURODAC, um marco que as autoridades classificam como um “avanço na segurança das fronteiras”. A nova plataforma amplia o repositório biométrico usado pela Guarda de Fronteira (Straż Graniczna) e pela Polícia, incluindo impressões digitais, imagens faciais e dados de documentos de viagem de qualquer pessoa que solicite asilo, seja detectada cruzando irregularmente a fronteira externa da UE ou esteja em situação irregular no país.
O lançamento ocorre poucas semanas antes do início dos prazos do Pacto Europeu para Migração e Asilo, colocando a Polônia entre os primeiros Estados-membros a concluir essa complexa atualização tecnológica. As novas funcionalidades do EURODAC permitem verificações instantâneas contra listas de vigilância de terrorismo e crimes graves, alertando em tempo real os agentes poloneses caso a pessoa seja procurada em outra parte da Europa.
Segundo o MSWiA, o sistema agora consegue identificar impressões digitais em menos de dois segundos e armazena os dados por até dez anos — fundamental para detectar entradas repetidas. Para empregadores, gestores de realocação e equipes de mobilidade global, a atualização significa que as verificações de identidade nas fronteiras e em controles internos serão mais rápidas, porém mais rigorosas. Qualquer divergência entre dados de visto, autorizações de trabalho e biometria real provavelmente desencadeará investigações, por isso as empresas são aconselhadas a revisar os arquivos de trabalhadores destacados e garantir que seus funcionários viajem com passaportes contendo chips biométricos atualizados.
O Ministério do Interior destaca que o projeto foi cofinanciado por fundos da UE destinados à gestão migratória e que nenhum dado adicional é coletado de cidadãos poloneses. No entanto, defensores da privacidade alertam que os períodos estendidos de retenção exigem fiscalização rigorosa. O MSWiA informa que está preparando uma campanha pública para esclarecer os direitos dos viajantes e o mecanismo de reclamação para correção de dados.
Na prática, viajantes que entram ou saem da Polônia — especialmente aqueles sujeitos a exigências de visto — devem esperar escaneamentos de impressões digitais mais frequentes nas fronteiras terrestres e aeroportos. O governo espera que essa fiscalização mais rigorosa desestimule fraudes documentais e reduza movimentos secundários dentro do Espaço Schengen, especialmente com a aproximação da alta temporada de viagens de verão.
O lançamento ocorre poucas semanas antes do início dos prazos do Pacto Europeu para Migração e Asilo, colocando a Polônia entre os primeiros Estados-membros a concluir essa complexa atualização tecnológica. As novas funcionalidades do EURODAC permitem verificações instantâneas contra listas de vigilância de terrorismo e crimes graves, alertando em tempo real os agentes poloneses caso a pessoa seja procurada em outra parte da Europa.
Segundo o MSWiA, o sistema agora consegue identificar impressões digitais em menos de dois segundos e armazena os dados por até dez anos — fundamental para detectar entradas repetidas. Para empregadores, gestores de realocação e equipes de mobilidade global, a atualização significa que as verificações de identidade nas fronteiras e em controles internos serão mais rápidas, porém mais rigorosas. Qualquer divergência entre dados de visto, autorizações de trabalho e biometria real provavelmente desencadeará investigações, por isso as empresas são aconselhadas a revisar os arquivos de trabalhadores destacados e garantir que seus funcionários viajem com passaportes contendo chips biométricos atualizados.
O Ministério do Interior destaca que o projeto foi cofinanciado por fundos da UE destinados à gestão migratória e que nenhum dado adicional é coletado de cidadãos poloneses. No entanto, defensores da privacidade alertam que os períodos estendidos de retenção exigem fiscalização rigorosa. O MSWiA informa que está preparando uma campanha pública para esclarecer os direitos dos viajantes e o mecanismo de reclamação para correção de dados.
Na prática, viajantes que entram ou saem da Polônia — especialmente aqueles sujeitos a exigências de visto — devem esperar escaneamentos de impressões digitais mais frequentes nas fronteiras terrestres e aeroportos. O governo espera que essa fiscalização mais rigorosa desestimule fraudes documentais e reduza movimentos secundários dentro do Espaço Schengen, especialmente com a aproximação da alta temporada de viagens de verão.
Fonte: PAP MediaRoom
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