
O Ministério das Finanças da Áustria confirmou em 25 de junho de 2026 que agentes alfandegários, em conjunto com a polícia, interceptaram uma van contendo 100.960 cigarros contrabandeados no posto de controle fronteiriço de Nickelsdorf, na fronteira com a Hungria. A Mercedes Sprinter, com placas francesas, foi parada durante uma verificação de rotina na entrada do país. Os agentes encontraram a carga ilícita escondida dentro de um freezer, disfarçada entre mercadorias legítimas. O motorista romeno de 35 anos admitiu ter comprado os cigarros na Romênia, sabendo que vinham da Moldávia, e pretendia revendê-los na Alemanha, Bélgica e França.
A apreensão é uma das maiores registradas em uma fronteira terrestre austríaca neste ano e reforça a postura mais rigorosa de Viena contra o crime transfronteiriço, especialmente com a chegada do período de maior movimento no verão. Desde janeiro, o Ministério das Finanças tem reforçado a fiscalização com unidades móveis de raio-x e equipes caninas nas passagens do leste do país, como parte da “Operação Tela de Fumaça”, uma iniciativa conjunta com agências alfandegárias da UE que também combate selos fiscais falsificados e dinheiro não declarado. Segundo autoridades, quase 400.000 cigarros já foram confiscados em 2026, um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para viajantes legítimos e transportadoras comerciais, o aumento das fiscalizações significa tempos de espera maiores em Nickelsdorf e outros pontos de entrada na zona Schengen. Empresas de logística que transportam mercadorias sensíveis entre plantas austríacas e húngaras são aconselhadas a prever um acréscimo de 30 a 45 minutos nas sextas e domingos, quando o tráfego de lazer é mais intenso. O ministério reforçou que veículos corporativos só podem usar a “faixa verde” se não transportarem itens sujeitos a impostos; declarações falsas agora podem resultar em multas imediatas de até €10.000, conforme alterações no Código Penal Financeiro vigentes desde março.
A intensificação das ações também faz parte da política mais ampla de segurança nas fronteiras da Áustria. Desde que Viena reintroduziu as verificações temporárias na Schengen em 2023, a alfândega passou a integrar um esforço conjunto que envolve polícia, militares e agentes da Frontex da UE. O ministro das Finanças, Markus Marterbauer, afirmou que a apreensão representa “mais um golpe contra as redes organizadas de contrabando que financiam atividades criminosas mais amplas”, ressaltando que proteger a receita fiscal ajuda a manter níveis competitivos de tributação para as empresas.
Dica prática: empresas com funcionários expatriados que dirigem veículos alugados regularmente pela fronteira Hungria-Áustria devem alertá-los de que transportar mesmo pequenas quantidades de tabaco não tributado para colegas pode ser considerado ‘Abgabenhehlerei’ (manuseio de evasão fiscal). Empregadores que reembolsarem essas compras correm o risco de serem considerados cúmplices, conforme o § 37 do FinStrG.
A apreensão é uma das maiores registradas em uma fronteira terrestre austríaca neste ano e reforça a postura mais rigorosa de Viena contra o crime transfronteiriço, especialmente com a chegada do período de maior movimento no verão. Desde janeiro, o Ministério das Finanças tem reforçado a fiscalização com unidades móveis de raio-x e equipes caninas nas passagens do leste do país, como parte da “Operação Tela de Fumaça”, uma iniciativa conjunta com agências alfandegárias da UE que também combate selos fiscais falsificados e dinheiro não declarado. Segundo autoridades, quase 400.000 cigarros já foram confiscados em 2026, um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para viajantes legítimos e transportadoras comerciais, o aumento das fiscalizações significa tempos de espera maiores em Nickelsdorf e outros pontos de entrada na zona Schengen. Empresas de logística que transportam mercadorias sensíveis entre plantas austríacas e húngaras são aconselhadas a prever um acréscimo de 30 a 45 minutos nas sextas e domingos, quando o tráfego de lazer é mais intenso. O ministério reforçou que veículos corporativos só podem usar a “faixa verde” se não transportarem itens sujeitos a impostos; declarações falsas agora podem resultar em multas imediatas de até €10.000, conforme alterações no Código Penal Financeiro vigentes desde março.
A intensificação das ações também faz parte da política mais ampla de segurança nas fronteiras da Áustria. Desde que Viena reintroduziu as verificações temporárias na Schengen em 2023, a alfândega passou a integrar um esforço conjunto que envolve polícia, militares e agentes da Frontex da UE. O ministro das Finanças, Markus Marterbauer, afirmou que a apreensão representa “mais um golpe contra as redes organizadas de contrabando que financiam atividades criminosas mais amplas”, ressaltando que proteger a receita fiscal ajuda a manter níveis competitivos de tributação para as empresas.
Dica prática: empresas com funcionários expatriados que dirigem veículos alugados regularmente pela fronteira Hungria-Áustria devem alertá-los de que transportar mesmo pequenas quantidades de tabaco não tributado para colegas pode ser considerado ‘Abgabenhehlerei’ (manuseio de evasão fiscal). Empregadores que reembolsarem essas compras correm o risco de serem considerados cúmplices, conforme o § 37 do FinStrG.
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